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Archive for outubro \29\UTC 2013

Pelos Direitos dos Animais?

Após o resgate de Beagles usados em testes de Laboratório, vale reler o texto do PETA sobre

                                                                                                      

                                                                                              Direito dos Animais:

animais

Quase todos nós crescemos comendo carne, vestindo roupas de couro, e indo para circos e zoológicos. Muitos de nós compramos nossos amados “pets” em lojas de animais que mantinham belos pássaros em gaiolas. Usávamos lã e seda, comemos hambúrgueres do McDonald, e pescados. Nós nunca consideramos o impacto dessas ações sobre os animais envolvidos. Por alguma razão, você está agora fazendo a pergunta: Por que os animais devem ter direitos?

Em seu livro Libertação Animal , Peter Singer afirma que o princípio básico da igualdade não requer igual ou idêntico tratamento , que exige igual consideração . Esta é uma distinção importante quando se fala sobre os direitos dos animais. As pessoas sempre perguntam se os animais devem ter direitos e, muito simplesmente, a resposta é “sim!” Animais certamente merecem viver suas vidas livres do sofrimento e exploração. Jeremy Bentham, o fundador da escola utilitária reforma da filosofia moral, afirmou que ao decidir sobre os direitos de um ser, “A questão não é ‘Eles podem raciocinar? nem ‘eles podem falar? ” mas ‘Eles podem sofrer? “ Nessa passagem, os pontos de Bentham à capacidade de sofrimento como característica vital que dá a um ser o direito a igual consideração. A capacidade de sofrimento não é apenas mais uma característica como a capacidade para a linguagem ou matemática superior. Todos os animais têm a capacidade de sofrer da mesma maneira e com a mesma intensidade que os humanos. Eles sentem dor, prazer, medo, frustração, solidão e amor maternal. Sempre que pensar em fazer algo que pudesse interferir com as suas necessidades, estamos moralmente obrigados a levá-los em conta.

Os defensores dos direitos dos animais acreditam que os animais têm um valor inerente, um valor completamente distinto da sua utilidade para os seres humanos. Acreditamos que toda a criatura com uma vontade de viver tem o direito de viver livre de dor e sofrimento. Direitos dos animais não é apenas uma filosofia, é um movimento social que desafia a visão tradicional da sociedade de que todos os animais não-humanos existem apenas para uso humano. Como fundador do PETA Ingrid Newkirk, disse: “Quando se trata de dor, amor, alegria, solidão e medo, um rato é um porco é um cão é um menino. Cada um valoriza sua vida e luta por ela. ”

Apenas o preconceito nos permite negar aos outros os direitos que esperamos ter para nós mesmos. Se ele está baseado em raça, gênero, orientação sexual, ou espécie, o preconceito é moralmente inaceitável. Se você não comeria um cachorro, por que comer um porco? Os cães e os porcos têm a mesma capacidade de sentir dor, mas é o preconceito de espécie, que nos permite pensar em um animal como um companheiro e o outro como o jantar.

O Filósofo e as Baratas

outubro 21, 2013 5 comentários

b2Quem não viu a coluna de Luis Felipe Pondé na edição de 16 de setembro da Folha de São Paulo ?  Trata-se de “A Ética das Baratas”, na minha opinião um texto caricato e preconceituoso. Coloco hoje o texto do Pondé e, em seguida a réplica feita pelo Filósofo Carlos Naconecy. Leiam e tirem suas conclusões.

 

A ética das baratas

 

Luis Felipe Pondé 

As pessoas têm crenças desde a pré-história. Nossa constituição frágil é uma das razões para tal. Hoje, cercados de luxo e levados a condição de mimados que somos, até esquecemos que há anos atrás mais da metade de nossas mulheres morriam de parto. Elas viviam por conta de ficarem grávidas e pronto. Hoje existe essa coisa de “escolha”, profissão, filhos depois da pós, direitos iguais, ar-condicionado, reposição hormonal, bolsa Prada.

Esquecemos que direitos e escolhas são produtos mais caros do que bolsa Prada. Pensamos que brotam em árvores.

Mas existem crenças mais frágeis do que outras, algumas que beiram o ridículo. E algumas delas até recebem bênçãos de filósofos chiques.

Em 1975, o filósofo utilitarista australiano Peter Singer publicou um livro chamado “Animal Liberation”, que deixou o mundo de boca aberta.

Para Singer, “bicho é gente” (porque também sente dor). A partir daí, ele encampou toda uma gama de militantes que gostaria de tornar a alimentação carnívora um crime como o canibalismo.

Achar que se pode comer animais se basearia no preconceito de que os animais seriam “seres inferiores”, daí o conceito de “especismo” como análogo ao de “racismo”, o conhecido preconceito contra certas raças que foram consideradas inferiores no passado.

Tudo bem a ideia de que devemos tratar os animais com respeito e carinho e sem maus-tratos (eu pessoalmente gosto mais dos meus cachorros do que de muitas pessoas que conheço, e um deles é mais inteligente do que muita gente por aí), mas esta discussão quando toca as praias dos fanáticos puristas (essa praga que antes era limitada a crente religioso, mas hoje também se caracteriza por ser um ingrediente do fanatismo sem Deus de nossa época) é de encher o saco. Se um dia eles forem maioria, o mundo acaba.

O mundo não sobreviveria a uma praga de pessoas que não usam sapatos de couro porque os considera fruto da opressão capitalista contra os bichinhos inocentes.

Ainda bem que esta “seita verde” tende a passar com a idade, e aqueles que ainda permanecem nessa depois de mais velhos ou são hippies velhos que fazem bijuteria vagabunda em praças vazias (tem coisa mais feia do que um hippie velho?) ou são pessoas com tantos problemas psicológicos que esta pequena mania adolescente até desaparece no meio do resto de seus sofrimentos com a vida real.

Recentemente ouvi uma história hilária: alguém contra matar baratas porque não se deve matar nenhuma forma de vida. Risadas? É bom da próxima vez que alguém te convidar para ir na casa dela você checar se ela defende os direitos das baratas.

Nem Kafka foi tão longe ao apontar o ridículo de um homem que, ao se ver transformado num enorme inseto marrom, se preocupou primeiro com o fato de que iria perder o bonde e por isso perder o emprego.

Eu tenho uma regra na vida: quando alguém é mais ridículo do que alguns personagens do Kafka, eu evito esta pessoa.

Às vezes me pergunto o que faz uma pessoa razoável cair num delírio como esse. Como assim “não se deve matar nenhuma forma de vida”?

A pergunta é: essa moçadinha seguidora de uma mistura de filosofia singeriana aguada e budismo light (com pitadas de delírio) já olhou para natureza a sua volta?

A natureza é a maior destruidora de vidas na face da Terra. Ela mata sem pena fracos, pobres e oprimidos. A natureza é a maior “opressora” da face da Terra. E mais: normalmente essa moçadinha é bem narcisista e muito pouco solidária com gente de carne e osso.

Se todo mundo defender o direito da baratas, um dia vamos acordar com baratas na boca, nos ouvidos, na xícara do café da manhã. A mesma coisa: se não comermos os bois e as vacas, eles vão fazer uma manifestação na Paulista pedindo direito a pastos de graça (“os sem-pastos”) para garantir a sobrevivência de seus milhões de cidadãos bovinos.

Pergunto a esses adoradores de baratas: ele já pensou que as alfaces também sofrem? ela já pensou que quando come uma alface está interrompendo toda uma vida feliz de fotossíntese? Que as alfaces também choram? Malvados e insensíveis… 

 

A RÉPLICA:

O FILÓSOFO E AS BARATAS

Dr. Carlos Naconecy 

Não conheço tudo que Luiz Pondé escreve, mas, no que se refere aos animais, meu colega filósofo dá belos escorregões. No seu artigo “A Ética das Baratas”, na Folha de S. Paulo on-line, de 16/9/2013, ele nos brinda como uma boa demonstração de quão raso pode ser o nível de argumentação de um filósofo profissional, ainda que se trate de um intelectual com pretensões pop. Chega a ser constrangedor, para quem tem a mesma filiação acadêmica do autor do texto, ler o que ele se propôs a escrever. Pondé dispara afirmações, como se fossem argumentos, contra a noção de consideração moral pelos animais. Pior que isso, quando argumenta, seus argumentos não são apenas ruins, mas tolos.

Pondé sugere que o vegetarianismo se leva muito a sério, a ponto de beirar o ridículo. Para ilustrar essa ideia, ele evoca o pensamento do filósofo Peter Singer, que popularizou a temática animal durante as últimas décadas. Pondé mostra que, se leu Singer, não o compreendeu: o australiano não disse que “bicho é gente (porque também sente dor)”. Singer disse, sim, que bicho é suficientemente semelhante a nós a ponto de merecer uma consideração moral também semelhante quanto ao seu sofrimento e a sua dor. Apenas isso.

Pondé também convida seu leitor a “olhar para a natureza a sua volta” a fim de constatar que ela é “a maior destruidora de vida na face da Terra”. Isso, supostamente, ofereceria um argumento para matarmos, sem qualquer remorso, os animais a nossa volta. Afinal, na natureza os mais fracos são eliminados; nenhum animal respeita o outro; pelo contrário, eles se matam.

Mas o que se pode deduzir desse dado de realidade? Ora, Pondé pode até optar por destruir as vidas dos animais sem pestanejar, mas não pode se basear no que ocorre na natureza para justificar tal escolha. Tampouco um homicida poderia dizer a mesma coisa, em sua defesa, em qualquer tribunal criminal deste país. Também tenho certeza de que, se a própria esposa de Pondé adoecesse, ele não usaria a natureza, que “elimina os mais fracos”, como modelo de conduta, deixando-a morrer. Estou certo de que ele levaria sua companheira para um hospital e faria o que fosse necessário para que ela continuasse bem viva ao seu lado. Então por que, em se tratando da nossa relação com os animais, a implacável lei do mais forte deve servir de orientação para o comportamento humano?

Dos animais comestíveis, Pondé passa para o caso das baratas. Se ele estivesse correto, a corrente filosófica chamada de Ética da Vida seria simplesmente absurda. Os acadêmicos dessa área sabem que esse tema envolve discussões filosóficas cirúrgicas e é foco de publicações acadêmicas respeitáveis. De qualquer maneira, Pondé pergunta surpreso “como assim ‘não se deve matar nenhuma forma de vida'”? A linhagem dos pensadores em prol do Respeito pela Vida, tendo Albert Schweitzer como mentor filosófico, nunca sustentou tal ideia. O que ele e outros tantos já defenderam é que eu não devo matar nenhuma forma de vida quando isso puder ser feito com um mínimo de esforço de minha parte, isto é, sem implicar um significativo prejuízo pessoal ou impedir a condução de uma vida minimamente boa. De qualquer forma, o ônus dessa justificação, o ônus probanti, estaria com aquele que destrói vida – e não com aquele que a preserva.

Pondé, corretamente, nos lembra de que uma vida se sustenta de outra para continuar existindo. Mas quem precisa esmagar uma barata como o único meio para garantir a sua sobrevivência, a preservação de sua saúde ou de sua integridade física? E se Pondé opta por fazer isso, é por outro motivo que não o ecológico: repugnância estética, desconforto psicológico, condicionamento social ou algo que o valha. Essa atitude de desrespeito pela vida permitiria a destruição não apenas da barata nojenta, mas também a eliminação do cão pestilento, da criança com deformidade física e de qualquer coisa mais que venha a mobilizar sua suscetibilidade biocida.

Nesta perspectiva, pergunta-se, o que haveria para ser respeitado? Ora, tudo aquilo que respira sobre a face da Terra (Pondé, eu e baratas inclusive) nos mostra que valoriza a própria vida, em si mesma, ao buscar de forma autônoma e ativa aquilo que o beneficia. Ou ao evitar e resistir àquilo que ameaça a sua existência (como o sapato de Pondé). É justamente esse esforço contínuo em permanecer vivo e evitar a morte que deve receber nosso respeito. Neste sentido, não há um vazio axiológico no inseto. Por quê? Porque uma barata, enquanto estiver viva, está permanentemente valorando coisas: ela prefere comer a passar fome, proteger-se a desabrigar-se, calor ao frio, escuro à claridade, enfim, ela prefere viver a morrer – e viver bem, enquanto barata.

É claro que um inseto não lança e nem é capaz de lançar mão dos mesmos recursos que Pondé se utiliza, no seu dia a dia, para atingir esse intento. Diferentemente de uma barata, Ponde, eu e o restante da humanidade usamos nossa racionalidade abstrata e criatividade, desenvolvemos ciência e construímos civilizações para manter nossa existência nos padrões humanos. Sob essa ótica, portanto, haveria apenas e tão somente uma diferença de sofisticação e complexidade entre pessoas e insetos nesse processo de manutenção de um modo especifico de vida e de valoração existencial.

A propósito, o artigo em questão me fez recordar que afirmei anos atrás, durante uma entrevista de televisão, em horário nobre, ao vivo, que não se deveria matar as baratas que invadissem a nossa casa. Por quê? Ora, o problema a ser resolvido era a presença dela no nosso recinto – e não a sua existência neste planeta. Caso haja um desagrado estético ou um incômodo psicológico com a presença desse inseto, existem modos não letais de evitar que ele compartilhe o mesmo espaço de alguém. E há modos não letais de fazê-lo deixar de compartilhar esse mesmo espaço, uma vez dentro dele. Meu entrevistador logo emendou a seguinte objeção: mas a barata não transmite germes e bactérias nocivas à saúde humana? Respondi que os sapatos dos amigos que veem a minha casa também carregam germes e bactérias, e eu não os mato por causa isso. No mesmo ano dessa entrevista, defendi uma tese de doutorado (em Filosofia) sustentando exatamente esta ideia – Respeito pela Vida –, na qual mencionei, da primeira à última página, baratas, formigas e moscas para ilustrar meu ponto. E não me lembro de alguém na banca de avaliação ter rido do que eu disse à época.

Nenhum animal é um “zero moral”. Nossa relação com insetos inclusive não se dá em um vazio ético absoluto. Eles não são meras coisas, passíveis de serem destruídas sem o menor escrúpulo. Matar um animal, por mais minúsculo ou insignificante que ele possa parecer, não é moralmente equivalente a destruir um brinquedo de plástico. Nem mesmo a vida de uma singela barata é gratuita e esbanjável. E isso não é filosoficamente tão risível quanto o Sr. Pondé desejaria que fosse.

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Carlos Naconecy é filósofo (UFRGS) e doutor em Filosofia (PUCRS). Foi pesquisador visitante em Ética Animal na Universidade de Cambridge, Inglaterra. É membro do Oxford Centre for Animal Ethics. Dentre outras publicações, é autor do livro Ética & Animais, edipurs, 2006.

 

Consórcio vence Leilão de Libra com proposta única

O consórcio formado por Petrobras, as chinesas CNOOC e CNPC, a francesa Total e a Shell Brasil apresentou o único lance e venceu o leilão de Libra, encerrado no Hotel Windsor, no Rio de Janeiro. Foi apresentada oferta de óleo-lucro ao governo de 41,65%, o mínimo determinado no edital.

O consórcio ganha o direito de explorar a área de Libra, a maior do pré-sal, por 35 anos, período no qual podem ser investidos até US$ 181 bilhões. O contrato deve ser assinado com o governo no próximo mês, tornando o consórcio apto a começar imediatamente a pesquisa e exploração da área de mais de 1,5 mil km2 na Bacia de Santos.

Área de Libra tem potencial estimado entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo Foto: Agência Petrobras / Divulgação

Área de Libra tem potencial estimado entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo
Foto: Agência Petrobras / Divulgação

Com o leilão do Campo de Libra, na Bacia de Campos, o Brasil aposta em combustíveis fósseis e poderá figurar entre os maiores emissores de CO2 do mundo. Muitos comemoram os investimentos que entram no país e que podem ajudar a equilibrar as finanças da estatal Petrobras e, ainda, financiar educação e saúde, por exemplo. No entanto, um olhar mais atento revela que não são apenas bons resultados que renderão deste dinheiro.

A decisão brasileira de explorar as reservas de petróleo do Campo de Libra resultará na emissão de até 5 bilhões de toneladas de CO2, o equivalente a mais de três anos das emissões totais nacionais de gases de efeito estufa.

Considerando os números totais estimados para as reservas do pré-sal – 80 bilhões de barris – a queima de todo o óleo será responsável pela emissão de 35 bilhões de toneladas de CO2 durante um prazo de 40 anos, mantendo o Brasil entre os dez maiores emissores mundiais. Para que o país consiga cumprir suas metas nacionais da Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC) e os objetivos de mitigação das mudanças climáticas, o petróleo do pré-sal deveria permanecer intocado.

Além dos riscos climáticos, a plena exploração comercial da região do pré-sal demanda respostas a desafios técnicos e logísticos de extrema complexidade. Este é um questionamento frequente em relação ao pré-sal brasileiro e que ainda não foi respondido uma vez que o país segue sem um Plano Nacional de Contingência, que deve estabelecer as medidas necessárias a serem tomadas em caso de vazamentos. Ainda, o Brasil opera com tecnologia do passado, já que aproximadamente uma a cada três plataformas atualmente em operação no Brasil foram construídas há 30 anos ou mais e representam maior probabilidade de vazamentos.

Com um potencial abundante de geração renovável como eólica, solar e biomassa, o Brasil perde a chance de inovar e deixa de se posicionar como uma das economias mais sustentáveis e limpas do planeta. O relatório [R]evolução Energética mostra que o país pode reduzir a participação fóssil de sua matriz em 50% até 2050, economizando cerca de R$28,4 bi por ano até lá apenas no setor elétrico.

O campo de Libra é a principal descoberta já feita no Brasil e a maior oferta de um reservatório de petróleo já feita no mundo. O leilão e o modelo de partilha foram planejados para fortalecer a Petrobras, mas desde a descoberta do pré-sal, em 2007, parece que o inverso tem acontecido. A estatal petroleira se endividou ainda mais – um salto de R$49 bi para R$ 176 – e seu valor de mercado despencou 34%.

Além disso, os cofres da Petrobras vem sendo penalizados com o congelamento dos preços da gasolina para controlar a inflação no país. Não só o balanço financeiro de uma das empresas mais importantes do país é prejudicado com os preços fixos da gasolina, como também o setor de biocombustíveis, fundamental para o cumprimento da PNMC. O etanol já teve sua produção impactada nos últimos anos e tem se tornado progressivamente menos competitivo nos postos de abastecimento em relação à gasolina.

“Infelizmente, o governo investe uma enormidade de recursos em uma exploração arriscada do ponto de vista técnico e econômico e altamente danosa para o clima”, afirmou Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. “Estamos hipotecando 70% de todo o nosso investimento na área de energia em um único nicho que, se malograr, prejudicará toda a capacidade produtiva do país, com graves consequências”, continuou Baitelo.

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fonte: greenpeace, ag.rbs

Prêmio Brasil Fotografia 2013

O Espaço Cultural Porto Seguro convida o público para uma exposição com os trabalhos vencedores do Prêmio Brasil Fotografia 2013. Entre os dias 23 de outubro e 9 de janeiro de 2014, a mostra pode ser visitada de terça a sexta, das 10h às 19h, e aos sábado e domingos, das 10h às 17h. A entrada é Livre.

A edição 2013 do Prêmio Brasil Fotografia selecionou e premiou oito fotógrafos que, com seus trabalhos, apresentam uma parte da produção fotográfica contemporânea brasileira.

Bruno Veiga

Bruno Veiga

Os premiados foram Boris Kossoy (Prêmio Brasil Fotografia Especial), pelo conjunto da obra e sua importante reflexão sobre a fotografia, Bruno Veiga (Prêmio Brasil Fotografia Ensaios), Carolina Krieger (Prêmio Brasil Fotografia Ensaios), Priscila Buhr (Prêmio Brasil Fotografia Revelação),Fernanda Rappa (Prêmio-Bolsa para desenvolvimento de projeto) e Denise Camargo (Prêmio-Bolsa para desenvolvimento de projeto).

A premiação ainda concedeu monções honrosas a Dirceu Maués, pela obra “Frenetic Slow City”, Dirnei Prates, pelo ensaio “Verdes Complementares”, e Leonardo Costa Braga, pela obra “Paradigma”.  Confira aqui algumas obras em exposição.

Categorias:Fotografia, NOTÍCIAS

Construindo a casa passo a passo

Com a técnica de Adobe veja as fotos abaixo e o passo-a-passo aqui.

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fonte: La bioGuia

Apagador transforma pó de giz em um giz novo

O dispositivo é um híbrido entre apagador

e aspirador que, com um pouco de água, consegue criar novos bastões

Muitas escolas enfrentem problema financeiros e acabam cortando gastos em qualquer tipo de material, como o giz. Mas e se o giz nunca acabasse? Um novo dispositivo criado por uma dupla de designers transforma o pó do giz dos quadros negros em um novo bastão. O equipamento, desenvolvido para as salas de aula, é um híbrido entre apagador e aspirador que, depois de limpar a lousa, armazena os resíduos de giz, e, com um pouco de água, consegue dar formato a um novo cilindro num curto período de tempo.

apagador

divulgação  

O pó de giz é aspirado para dentro do aparelho, que o molda no formato original com a adição de um pouco de água.

Batizado de Chalkeeper, o objeto foi criado por Yonggu Do e Eunha Seo. Ele não só estimula o reaproveitamento do resíduo, diminuindo os gastos com giz, como também reduz a poluição do ar nas salas de aula, o que evita crises alérgicas e até diminui problemas respiratórios entre alunos, professores e outros funcionários.

Leia a matéria na íntegra no Ciclovivo.

Um banheiro chic para o gato

Olha que bonito e “privativo” ficou esse banheiro para gato:

caixinha do gato