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Archive for abril \27\UTC 2013

Vegan: maionese de abacate

Esta salada é daquelas que são boas para um dia de festa, uma ceia de Natal, coisas assim. Além de bonita, é muito gostosa e exótica. Nela, a “maionese” fica por conta do Abacate.

O abacate é rico em vitamina E, gorduras monoinsaturadas, vitaminas A, B1, B2, sais minerais e antioxidantes, além de ser responsável pelo aumento do colesterol HDL (o bom colesterol). É ainda rico em nutrientes, em proteínas, ferro, hidrato de carbono, fitosterol, lecitina, tanino, ácidos oléico, linoléico e pamlítico, entre tantos outros nutrientes e benefícios.

– Ingredientes:

cenouras raladas;
pepinos ralados;
maçãs raladas;
tomates picadinhos;
pimentão picadinho;
manga picadinha;
passas.

– Para a “maionese” de abacate:

1 abacate grande;
1 cebola pequena;
2 dentes de alho;
suco de 1 limão grande;
sal a gosto;
stévia;
pimenta do reino a gosto;
1 pimentão pequeno.

– Modo de fazer:

Ralar e cortar todas as verduras da salada e colocar em uma saladeira grande.

– Modo de fazer a “maionese” de abacate:

Colocar todos os ingredientes no processador de alimentos (ou liquidificador), processar até que seja um creme homogêneo.

Depois é só misturar na salada e servir.
fonte: vegannatural.blogspot
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Apps para sistema Android lembram o usuário de realizar diferentes tarefas do dia a dia

Apps estão disponíveis para aparelhos com sistema Android

Se você é uma pessoa que tem dificuldade de lembrar detalhes do dia a dia – como colocar o guarda-chuva na bolsa antes de sair casa – mas, por outro lado, nunca esquece seu smartphone, saiba que alguns aplicativos podem ajudar a equilibrar sua rotina.

O caderno Link, do jornal O Estado de S. Paulo, fez uma lista com cinco apps, disponíveis para aparelhos com sistema Android,  feitos especialmente para ajudar pessoas esquecidas.

Na lista, há serviços para lembrar das contas pendentes, de recarregar o celular, entre outros.

Confira:

Charging Reminder – Este app é um lembrete que ajuda o usuário a controlar melhor a bateria, informando quando este deve colocar o telefone para carregar. Grátis.

Umbrella Reminder – Este app consulta a previsão do tempo e ajuda o usuário a se lembrar do guarda-chuva. Grátis.

Bills Reminder – Boa ferramenta para quem deseja organizar seu sistema pessoal de contas para pagar, este aplicativo permite que o usuário registre as despesas, valores e formas de pagamento. Quando chega data de vencimento, o celular exibe um alerta. Gratuito.

Car Maintenance Reminder Pro – Este app ajuda o usuário a se lembrar da manutenção do carro. Informa sobe a necessidade de troca de óleo, alinhamento e balanceamento, troca de filtros, entre outros. R$ 6,16 no Google Play.

fonte: jornal Estado de São Paulo

Cães e Gatos: Disputa territorial e diversão motivam as perseguições

 

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Axl e gordo, convivência pacífica.

Eles brigam como cão e gato! Quem já não ouviu tal frase? Nos desenhos animados, cachorros perseguem felinos, reforçando a ideia de que os animais são inimigos mortais. E na vida real, a inimizade entre eles é verdadeira?
Nem sempre, segundo os veterinários. É certo que muitos cães não aceitam a convivência com gatos e vice-versa, mas eles não são espécies inimigas naturais, já que não há relação de predador e caça entre ambos. Cães não se alimentam de gatos!
Quando esses bichos se estranham, trata-se de uma disputa territorial, na maioria das vezes. O cachorro vê seu domínio invadido por outro animal e reage, latindo ou rosnando. O gato responde arrepiando os pelos e também emitindo sons característicos. O cão interpreta esses sinais como uma agressão ou provocação e a perseguição começa. Ele agiria da mesma forma com qualquer outro animal que representasse uma ameaça a seu território.
Além disso, cachorros adoram correr atrás de tudo o que se move rapidamente. Assim, um gato assustado parece uma ótima brincadeira. Tal comportamento aflora a memória genética de seus ancestrais, os lobos, que caçavam coelhos e pequenos roedores. Esse é outro motivo pelo qual cães perseguem gatos, parecendo caçá-los. Mesmo os cachorros que chegam a matar os felinos, não os comem; quando o “brinquedo” para de se mexer, perde a graça.
Mas nem sempre é assim. Em muitas casas, esses animais convivem pacificamente. Se ambos são criados juntos desde filhotes, tudo fica mais fácil. Caso contrário, a aproximação deve ser feita aos poucos. Os donos precisam ensinar para os bichos quais são os seus limites e até repreendê-los quando for necessário.

 

fonte: correio riograndense

Categorias:ANIMAIS

BOA CONVIVÊNCIA ENTRE CÃES

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Axl e Sam, meus pitts (irmãos de mesma idade e não castrados) mantém convivência pacífica.

Render-se ao estado de guerra entre os cães da casa e ter de desfazer-se de um deles ou mantê-los separados s demais, quando não era essa a intenção inicial, é uma derrota. Afinal, cada cão entra na nossa vida acompanhado das melhores expectativas.

Acontece que introduzir um cão onde há outros é uma empreitada a ser conduzida com estratégia. Mesmo porque na natureza não é comum as matilhas receberem bem novos membros vindos de fora – expandem-se graças aos filhotes que elas próprias produzem.

HIERARQUIA É HARMONIA

A tentativa de um cão se impor sobre outro na hierarquia da matilha é a principal causa das brigas entre cães. São os chamados testes de dominância, que se intensificam entre cães maduros, machos e fêmeas, a partir de dois anos de idade, aproximadamente. Definidas as posições de cada cão no grupo, reina aparente tranqüilidade – um rosnado ou mordida leve, de vez em quando, são pequenas agressões comuns na vida em grupo e costumam ser suficientes para prevalecer o convívio sem grandes confrontos.

Veja o que levar em conta ao ter vários cães:

Buscar diferentes grous de dominância: é a maneira de as posições hierárquicas logo se definirem. Cães com dominâncias semelhantes brigam sempre, sem jamais chegar a uma conclusão de qual é o dominante.

Respeitar a hierarquia: para os cães, o topo da hierarquia é ocupado pelo dono. Em seguida, na escala, vem o cão mais dominante. Ele tem direito a prioridade em tudo. Inclusive em receber agrados do líder, comida ou convites para subir na cama ou para brincar com ele. Dar esse tipo de atenção a outro cão antes – mesmo que seja um filhote – ou tirar algo do dominante e dar ao submisso, tumultua a hierarquia e induz o dominante a atacar o submisso para manter clara a supremacia. Ou o submisso a se encorajar a desafiar o dominante, julgando-se apto a substituí-lo. Se o dominante comer o alimento do submisso, deixe que ele se sacie e só depois sirva nova porção ao submisso. Se o dominante urinar num passeio, não permita ao submisso fazer isso no mesmo lugar – seu cheiro sobre o do dominante perturbará o equilíbrio hierárquico. Ao chegarem casa, o primeiro a ter direito à liberdade de movimentos é ele, o dominante. Solte-o antes.

Controlar o dominante e o submisso: sempre que o dominante der dentadas em um submisso, deixe clara a sua insatisfação: dê bronca no dominante. Mas também não permita ao submisso desafiar o líder. Ao pegá-lo dando o típico rosnado, dê bronca nele.

Cada cão com seus objetos: disputas hierárquicas serão evitadas se cada cão tiver o seu comedouro e bebedouro, a sua cama e os seus brinquedos.

Separação temporária: se um cão aborrecer outro por motivo contornável, como espaço insuficiente para descansar ou tomar sol, ponha o mais submisso em outro cômodo até resolver a situação.

Socializar e treinar obediência: cães socializados brigam menos e os treinados em obediência são muito mais controláveis.

COMO ENFRENTAR UM BRIGA

Diversos fatores podem causar confrontos entre cães na busca pela liderança, como o envelhecimento do dominante, a presença de um cão novo no grupo, alterações hormonais e até a atenção dada ao cão em posição inferior em detrimento do líder. Para reduzir os efeitos negativos das brigas:

  • Mantenha cada cão com sua coleira para ter onde segurá-lo quando necessário.
  • Tente separar cães grandes, em briga, direcionando sobre eles um ou mais baldes de água fria. Pode-se também puxar um cão em pleno ataque pelas pemas traseiras, levantando-as ao mesmo tempo, desde que a experiência indique que, ao ser contrariado, ele não atacará a pessoa.
  • Quando os briguentos estiverem separados, leve-os na guia para um bom passeio, um por vez, saindo antes com o mais dominante. Deixe os dois, depois, descansarem juntos sob supervisão temporária – cansados, após a caminhada, é pouco provável que voltem á brigar. Matilha unida caça unido e descansa unida, assim determina o instinto natural. Uma variante interessante é os dois cães passearem levados por condutores diferentes e se encontrarem em ambiente neutro, para interagirem à vontade, sempre na guia, é claro.

COMBINAR NOVATO COM VETERANOS

As características do cão novato em combinação com as dos veteranos influem muito nas chances de haver ou não brigas:

Dominância: o ideal é que o novato tenha um grau de dominância diferente dos veteranos. A opção menos arriscada é o novato ser mais submisso que os veteranos. Outra possibilidade é ele ser o mais dominante. Para avaliar as dominâncias, observe os cães interagindo. É mais dominante o exemplar que anda mais firme e direto em direção aos outros cães, de cauda mais erguida, que os encara mais, põe a cabeça e o pescoço por cima deles e quer montar sobre eles, rosna, tenta mordê-los, lhes tira o brinquedo. São sinais observáveis desde as seis semanas de idade, entre irmãos de ninhada. A dominância do filhote com 49 dias de idade pode ser medida pelo teste de Volhard (itens 3 a 5), que a divide em seis diferentes graus e está disponível aqui.

Sexos: briga menos um macho com uma fêmea e mais um macho com outro macho. Disputas entre fêmeas pela dominância costumam ser resolvidas com rosnados, mas elas podem protagonizar lutas mais feias que as dos machos, em certos casos. Por exemplo, se a submissa quiser acasalar com um macho e a dominante não permitir.

Características raciais: tendem a brigar menos os cães de companhia como o Poodle e Maltês, os de caça em matilha, como o Beagle, e os de caça em dupla com o caçador, como os retrievers. Os cães de rinha, como o American Staffordshire, o Bull Terrier e o Pit Bull, são os mais agressivos contra outros cães. Raças muito territoriais ou ligadas ao dono, como as de guarda e as de pastoreio, também brigam com cães, bem como terriers e teckels, aprimorados para tarefas solitárias.

O CONTATO INICIAL

É fundamental que o primeiro encontro entre o cão novato e os veteranos vá bem. Não é nada fácil reverter uma hostilidade surgida desde o início.

As chances de o primeiro contato ser pacífico aumentam quando se apresenta o cão novato aos veteranos fora do território de ambos. Pode ser em frente à nossa casa, na rua, se for tranqüila. Deixe os cães praticarem o ritual de reconhecimento até parecerem relaxados – eles vão se cheirar e interagir. Mantenha-os com as guias para uma eventual intervenção em caso de briga. Se houver mais de um cão veterano, apresente um por vez ao novato. Comece pelo líder e termine pelo mais submisso. Acabadas as apresentações, conduza o cão novato ao local onde ficará. Se o levar junto a um veterano, é bom lembrar que o cão dominante deve ser sempre encorajado a entrar na frente dos mais submissos, em qualquer ambiente. Observe-os por algum tempo para certificar-se de que tudo está bem. Se a apresentação transcorrer sem sinais de rivalidade, deixe o novato com os demais cães: eles precisam viver em “família”. Se houver dúvida quanto à boa receptividade do novato, a estratégia é deixá-lo primeiro com o cão veterano mais submisso, em local reservado, para formarem um laço de companheirismo. A matilha aceita melhor um novato se ele for amigo de um de seus membros.

Evite paparicar o filhote recém-chegado diante do cão dominante, para não bagunçar a hierarquia. Crie até uma associação positiva para a chegada dele, começando a dar, quatro semanas antes, menos atenção aos veteranos. E volte a dar mais atenção a eles quando o filhote chegar. De qualquer forma, não deixe o cãozinho recém-chegado a sós com os veteranos. Apesar de, em geral, o filhote ser bem aceito pelos cães adultos, há casos de ataques e a chance de lesões graves são altas.

CASTRAÇÃO

É a maneira se obter uma drástica redução na produção da testosterona, hormônio que torna os cães mais propensos a lutar. A castração ideal é feita antes dos oito meses, quando tanto o macho como a fêmea ainda não desenvolveram comportamentos de dominância – depois disso, mesmo castrados, eles poderão manter hábitos adquiridos antes, mas mesmo assim o problema diminui na maioria das vezes. A castração da fêmea evita também brigas por alterações hormonais, como pode ocorrer por ocasião do cio, do nascimento dos filhotes ou se houver gravidez psicológica.

A idade ideal da castração salta para mais de dois anos de idade no caso de fêmeas masculinizadas (aquelas que levantam a pata para urinar e são briguentas) – manter nelas o hormônio feminino por um bom tempo reduz a propensão a brigas.

fonte: cães e cia

Categorias:ANIMAIS

TESTE DE TEMPERAMENTO DE FILHOTE DE CÃO (VOLHARD )

ImagemAplicar aos 49 dias de vida do filhote

Lembre-se: você quer que o filhote de cão cresça com bom temperamento e deseja conviver com ele por muitos anos. Conhecer o temperamento antes de comprá-lo é evitar uma futura decepção

Pré-requisitos: aplique o teste aos 49 dias de vida. É quando o cão está neurologicamente completo e com cérebro de adulto. A cada novo dia as reações estarão mais impregnadas pelo aprendizado anterior. Teste um filhote por vez, em boas condições. Ele deve estar ativo e com boa saúde. Não faça o teste logo depois de ele comer, nem no dia da vacinação e nem no dia seguinte. Aplique o teste na seqüência da tabela abaixo, em local tranqüilo e desconhecido do cão (basta um cômodo ou área com piso não escorregadio, de 4 m2). Além do examinador, que pode ser você ou outra pessoa estranha ao filhote, deve estar presente também o anotador da pontuação, que não pode interferir na atuação do cão. Antes de marcar os pontos, o anotador confirma a avaliação dele com o examinador.

Aplicação: procure não intimidar o filhote. Evite inclinar-se sobre ele, gesticular ou avançar as mãos bruscamente. Fale com suavidade. Ao bater palmas, seja delicado. Se o cão não reagir a você ou demonstrar extremo estresse, afastando a cara e ficando rígido, pode estar estranhando a sua presença. Nesse caso, tente se entrosar com o filhote e reiniciar o teste algum tempo depois.

Avaliação: vale a primeira reação do filhote.

OS TESTES

1 – Chamar  (Atração por pessoas)

Indica: sociabilidade, treinabilidade.

Como fazer: o criador traz o filhote e sai. Fique a cerca de 1,20 metro do cão, agachado. Bata palmas e, falando de forma afetuosa, estimule-o a vir.

Pontuação: o cão vem logo, animado, e: a) salta e morde a mão do examinador = 1 ponto; b) bate com a pata no examinador, lambe a mão = 2; c) não encosta no examinador = 3. O cão: a) vem logo, sem mostrar ânimo = 4; b) vem hesitante = 5; c) não vem = 6 (visando aos próximos testes, deixe o cão cheirar sua mão, acaricie-o e converse com ele de forma encorajadora para despertar-lhe a confiança).

2 – Acompanhar (Seguir a liderança humana)

Indica: independência, interação com humanos, treinabilidade.

Como fazer: aplique após o teste anterior sem interrupção. Levante e se afaste devagar. Fale com o cão, bata palmas e chame-o. Só depois marque os pontos de ambos os testes. Enquanto isso, procure interagir com o filhote.

Pontuação: o cão segue logo, animado, e: a) coloca-se entre os pés do examinador e o morde, atrapalhando a caminhada = 1 ponto; b) coloca-se entre os pés do examinador = 2; c) não se coloca entre os pés do examinador nem encosta nele = 3. O cão: a) segue logo, mostrando submissão = 4; b) segue hesitante = 5; c) não segue ou se afasta = 6.

3 – Restrição (Facilidade de controle sob domínio físico)

Indica: submissão, treinabilidade.

Como fazer: agachado, vire com muita delicadeza o filhote de costas e segure-o com uma mão no peito, sem muita pressão, por até 30 segundos, olhando-o com expressão gentil e tentando estabelecer contato visual, porém sem falar. Observe a reação.

Pontuação: a) o cão se debate muito e morde = 1 ponto; b) debate-se muito = 2; c) debate-se e aceita, sem evitar contato visual com o examinador = 3; d) debate-se pouco e aceita = 4; e) não se debate = 5; f) não se debate e se esforça para evitar contato visual = 6.

4 – Acariciar (Facilidade de controle pelo carinho)

Indica: independência, dominância, aceitação de proximidade de pessoas, treinabilidade.

Como fazer: aplique em seguida ao teste anterior, marque os pontos de ambos depois. Deixe o filhote ficar em pé ou sentar, agache-se ao lado dele e acaricie-o da cabeça à cauda com uma mão. Observe a reação.

Pontuação: a) pula, bate com as patas, morde, rosna = 1 ponto; b) pula, bate com as patas = 2; c) receptivo, roça no examinador e tenta lamber seu rosto = 3; d) muito receptivo, lambe a mão do examinador = 4; e) rola no chão e lambe a mão = 5; f) afasta-se = 6.

5 – Elevação (Facilidade de controle em situação de risco)

Indica: dominância, medo.

Como fazer: mantendo a posição agachada, pegue o filhote com as mãos sob o peito e levante-o cerca de 30 cm, por até 30 segundos.

Pontuação: o cão se debate e: a) morde = 1 ponto; b) não morde = 2; c) aceita, debate-se, aceita, seguidamente = 3. O cão não se debate e fica: a) relaxado = 4; b) tenso = 5; c) paralisado = 6.

6 – Buscar (Vontade de fazer algo pelo dono)

Indica: treinabilidade, interação com humanos, obediência.

Como fazer: ainda agachado, acene com um papel amassado (bolinha) e lance-o cerca de um metro à frente do cão, em local visível, encorajando-o a buscar.

Pontuação: a) o cão pega o papel e se afasta = 1 ponto; b) pega, não traz e não se afasta = 2; c) pega e traz = 3; d) vai até o papel e volta sem ele = 4; e) começa a ir ao papel mas perde o interesse = 5; f) não vai ao papel = 6.

7 – Pressão na pata (Resistência à dor)

Indica: sensibilidade à dor.

Como fazer: continue agachado e aperte de leve, com o polegar e o indicador, os dedos de uma pata dianteira do cão. Aumente aos poucos a pressão e conte mentalmente de um até dez ou pare antes se o cão reagir. Se ele não deixar tocar a pata, pressione a orelha.

Pontuação: total contado a) de 8 a 10 = 1 ponto; b) 6 a 8 = 2 pontos; c) 5 ou 6 = 3 pontos; d) 3 a 5 = 4 pontos, e) 2 a 3 = 5 pontos; f) 1 ou 2 = 6 pontos.

8 – Barulho forte (Reação a sons)

Indica: sensibilidade a ruído, medo.

Como fazer: coloque o filhote no centro da área e fique ao lado dele. O observador, de frente para o filhote e não muito próximo, bate forte uma colher numa panela, ambas de metal, uma única vez.

Pontuação: o cão localiza o som e: a) vai excitado até a origem = 1 ponto; b) vai até a origem, sem excitação = 2; c) não vai, mas mostra curiosidade = 3; d) não vai e não mostra curiosidade = 4; e) encolhe-se, afasta-se e esconde-se = 5. O cão ignora o som = 6.

9 – Perseguir (Reação a algo que se move)

Indica: potencial para perseguir pessoas, animais e objetos em movimento, bem como sensibilidade visual.

Como fazer: ponha o filhote no centro da área. Amarre uma toalhinha na ponta de uma guia e, ficando ao lado dele, lance-a rente ao chão. Puxe-a de volta aos poucos em três vezes e observe a reação que prevalece.

Pontuação:  a) o cão ataca e morde = 1 ponto; b) pega a toalha sem atacar = 2; c) investiga com interesse = 3; d) olha curioso mas não investiga = 4; e) foge ou se esconde = 5. f) ignora = 6.

10 – Pegar de surpresa (Reação a situação inesperada)

Indica: estabilidade, equilíbrio.

Como fazer: a um metro e meio do cão, abra um guarda-chuva e coloque-o no chão para ele investigar.

Pontuação: a) avança e morde = 1 ponto; b) aproxima-se e abocanha sem morder = 2; c) aproxima-se, investiga e não abocanha = 3; d) fica parado e olha = 4; e) afasta-se e esconde-se = 5; f) ignora = 6.

O que significa a pontuação

Em geral, o cão obterá pontuações diferentes no decorrer do teste, com variação pequena e prevalecendo uma delas. Se a variação for grande e o cão não tiver problema de saúde, é possível que ele seja muito instável. Veja o que a prevalência de cada pontuação indica:

 

Prevalece 1 ponto: cão muito dominante, de difícil controle. Com forte desejo de liderança, não hesitará em lutar por ela, agredir e morder pessoas e outros cães. Só deve ir a um lar muito experiente, e receber treino rotineiro. Não deve conviver com crianças, idosos e outros animais.

Prevalecem 2 pontos: cão dominante, aspira a liderança. De eventual difícil controle, pode morder. Autoconfiante demais e com excesso de energia para crianças, idosos e outros animais. Requer exercício e treino, além de horários rígidos. Donos experientes podem obter ótimo convívio com ele.

Prevalecem 3 pontos: convive bem com pessoas e outros animais. Pode ter muita energia e precisar de muito exercício. Boa opção para um dono que já teve outro cão. Precisa de treino e aprende depressa.

Prevalecem 4 pontos: é o tipo de cão adequado para companhia e a melhor opção para donos de primeira viagem. Não é o guarda ideal por ser submisso demais. Raramente se esforçará para obter uma “promoção” na família. Fácil de treinar e bastante tranqüilo.

Bom para idosos e crianças pequenas, das quais pode até precisar ser protegido.

Prevalecem 5 pontos: muito submisso, medroso e tímido, requer manejo cuidadoso. Tende a se assustar com pessoas, lugares e barulhos estranhos. Até um piso diferente pode incomodá-lo. Quando recebe carinho, na chegada do dono, pode urinar em sinal de submissão. Se encurralado, tenta fugir. não conseguindo, pode morder. Precisa de um lar especial, sem crianças e onde o ambiente não mude muito. Melhor para um casal tranqüilo.

Prevalecem 6 pontos: tão independente que não se apega ao dono. Apesar de pessoas o utilizarem como guarda, não é recomendado pois costuma provocar acidentes.

Pontuação muito irregular: indica temperamento instável, não recomendável em um cão para uma família.

Outras interpretações

O teste Restrição é um dos mais cruciais: indica como o cão reage à liderança humana.

Para crianças: o filhote com prevalência da pontuação 4, e, a seguir, da pontuação 3, será bom com as crianças e se dará bem nos treinos. O filhote que fica relaxado e não se debate durante o teste Elevação será fácil de lidar quando adulto.

Treinabilidade: os mais facilmente treináveis são os com prevalência de pontuação 4 ou 3 ou de ambas, mesmo que tenham baixa sensibilidade ao toque, que pode ser compensada com equipamento adequado de treino. No teste Buscar, o filhote que volta com ou sem o papel está propenso a trabalhar para as pessoas. Pode ter ótimo desempenho em provas de obediência e ser, por exemplo, apto aos treinamentos mais sofisticados, como o de cão para guia de cegos.

Para experts: o cão com pontos repetidos 1 ou 2 precisa de muita liderança e experiência para ser controlado. É o dominante. Especialmente se obteve 1 ponto nos testes Restrição e Elevação.

Guarda: conforme a prevalência de pontuação nos dez testes, o cão demonstrará potencial para um determinado tipo de guarda. Os cincos primeiros testes são os mais importantes, pois avaliam graus de dominância, porém os demais também devem ser levados em conta.

a) casa com adultos inexperientes: prevalência de 4 pontos;

b) casa com adultos experientes e com tempo disponível para dedicar ao cão: prevalência de 3 e 2 pontos;

c) guarda restrita ao uso profissional: prevalência de 2 e 1 pontos. Leigos que ficam com esses cães estão muito sujeitos a provocar acidentes.

Casos especiais: a pontuação 5 no teste Barulho Forte está bastante relacionada a timidez e medo — o melhor para esse cão é um lar calmo e silencioso. Não reagir de forma alguma ao som pode indicar surdez.

Um filhote com muitos 6 e 1, além de independente (ver Prevalecem 6 pontos), pode ser mordedor e, se tiver pontuações 5, pode ter pânico de pessoas.

Pontuação 5 nos testes Pressão na Pata e Barulho Forte indicam um cão que pode se apavorar facilmente e morder por medo em situações estressantes.

Categorias:ANIMAIS