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Archive for junho \30\UTC 2010

Fabricantes terão seis meses para alertar sobre riscos de alimentos em propagandas

Nova regulamentação da Anvisa, órgão do Ministério da Saúde, quer inibir consumo excessivo dos produtos com grande quantidade de açúcar, gordura saturada ou trans e sódio.

Anvisa   

Regra também vale para bebidas, como os refrigerantes

Por Carolina Pimentel – Agência Brasil

Os fabricantes de alimentos e bebidas têm o prazo de seis meses para se adequar às novas regras impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão do Ministério da Saúde, para as propagandas dos produtos com grande quantidade de açúcar, gordura saturada ou trans e sódio.
Com a nova resolução da Anvisa (RDC 24/2010), publicada hoje (29/06), a agência quer inibir o consumo excessivo desses alimentos e bebidas. As empresas serão obrigadas a apresentar alertas nas propagandas sobre os riscos à saúde do consumo excessivo.
No caso dos alimentos ricos em açúcar, o alerta deverá aparecer da seguinte maneira: “O [nome da marca] contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária”. Para os alimentos sólidos, o alerta é válido para aqueles com mais de 15 gramas (g) de açúcar por 100 gramas do produto.
A chamada é obrigatória também para as bebidas com mais de 7,5g de açúcar a cada 100 ml – no caso, refrigerantes, refrescos, concentrados e chás prontos. De acordo com a Anvisa, os alertas devem aparecer nas propagandas de TV, rádio, impresso, internet e, inclusive, em amostras grátis, cupons de desconto, patrocínio e campanhas sociais.
As empresas, os anunciantes, as agências de publicidade e os veículos de comunicação que descumprirem as exigências sofrerão punições – desde notificação, interdição a pagamento de multa, que poderá variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.
As crianças são o principal foco das novas regras da Anvisa, por ser o público mais vulnerável ao consumo exagerado dos alimentos e bebidas com quantidade elevada de açúcar, gordura e sódio.

Estudos internacionais revelaram que a vontade das crianças pesa na escolha de até 80% do consumo alimentar de uma família. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde constatou que mais de 46% da população brasileira está acima do peso – o que estaria diretamente ligada à queda da ingestão de frutas, verduras e outros alimentos saudáveis e o aumento do consumo de produtos industrializados e refeições prontas.

Leia mais:

Anvisa regulamenta publicidade de alimentos e bebidas pobres em nutrientes

Agência Brasil/EcoAgência

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Registro de emissões de CO2 no Brasil ganha cartilha e base de dados pública

Para as companhias, o registro de emissões pode se tornar uma ferramenta de gestão, além de contribuir com o aumento da competitividade e ao fomento à inovação.

Por Fernanda Dalla Costa – Revista Sustentabilidade

O Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), o World Resources Institute (WRI) e o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) lançaram, em 22 de junho, as especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol – que orientam as empresas sobre as normas de elaboração de relatórios de emissão de CO2 – e o Registro Público de Emissões, no qual as empresas poderão incluir seus dados em uma base online aberta.

O evento contou também com a apresentação dos relatórios de 35 empresas, o que segundo Marina Grossi, presidente executiva do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (Cebds), representa um grande avanço para o país e mostra como o setor privado está se posicionando na discussão de metas do governo. "O setor produtivo que pode realmente reduzir as emissões e cumprir as metas adotadas pelo governo em Copenhague", afirmou Grossi.

Para as companhias, o registro de emissões pode se tornar uma ferramenta de gestão, além de contribuir com o aumento da competitividade e ao fomento à inovação, já que representa o registro histórico das emissões e estimula o surgimento de novas tecnologias que emitam menos carbono. "O registro de emissões representa um passo significativo das empresas no sentido de buscar alternativas para uma economia de baixo carbono", afirmou Maria Tereza Leme Fleury, diretora da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas.

A associada sênior do World Resources Institute, Taryn Fransen, declarou no evento que o registro de emissões fortalece a relação das empresas com seus investidores, clientes e fornecedores, indicando transparência em suas ações e influencia a formulação de políticas públicas. Os programas voluntários de registro de emissões, segundo Fransen, estão servindo de base para a formulação de políticas em vários estados dos EUA e do Brasil. "Em Nevada e em Massachusetts os registros já são obrigatórios”, disse.

Segundo a coordenadora adjunta do GVCes, Raquel Biderman, os estados de São Paulo, Pará, Amapá, Mato Grosso, Pernambuco e a cidade de São Paulo já consideram a hipótese de incluir os registros em projetos de lei para políticas voltadas ao clima. Os registros, podem também beneficiar as empresas em negociações internacionais sobre as políticas de mudanças no clima, além de aumentar a ênfase na cadeia de suprimentos, já que os investidores estão pedindo cada vez mais transparência e detalhes dos processos produtivos.

Relatórios

As emissões das 35 empresas que participaram do programa somaram quase 89 milhões de toneladas de CO2 equivalentes em 2009. O setor de transformação foi o responsável por 89% dessas emissões, sendo que as petroquímicas e a fabricação de combustíveis foram os segmentos que mais contribuíram com esse montante.

O setor de mineração emitiu 10% do volume e os setores de saneamento, energia, agronegócio, serviços financeiros e serviços públicos somaram 1%. Esses dados, quando comparados com os resultados do Inventário Nacional Preliminar do Ministério da Ciência e Tecnologia, indicam que as 35 empresas contribuíram com 4% das emissões brasileiras ou 20%, se excluirmos as emissões da agricultura e mudanças no uso da terra.

Revista Sustentabilidade/EcoAgência

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Comendo Cães e Gatos… um texto para os protetores não veganos

Na China é costume comer cães.  Eles são criados com esse intuito. Aqui comem porcos, coelhos, ovelhas, vacas… só não comem os animais ditos “de estimação” ou “de companhia”. Ok, mas quem disse que um coelho não pode ser um animal de companhia? Se você criasse um coelhinho, você depois o comeria? E um porquinho? Uma ovelha que quando pequenininha é um bichinho tão fofo, tão dócil…você pode comê-la porque cresceu? Você comeria seu cachorrinho quando ficasse adulto?

O que faz as pessoas ignorarem o fato das bandejas dos supermercados, que exibem carne aos pedaços, não passam de animais que foram mortos para sua alimentação?

Porque os homens, seres dotados de “inteligência superior” ainda são coniventes com a morte de seres que sentem e demonstram emoções como carinho, medo, felicidade, sofrimento e principalmente afeto para com aqueles que muitas vezes só os criam com a intenção de usá-los como comida ? 

Como esses homens, seres dotados de raciocínio, não querem ver que não precisamos de produtos de origem animal em nossa alimentação? Que podemos ser saudáveis sem causar sofrimento a outras espécies?

Não é correto proteger uns e comer outros… Todos  os animais sentem e todos tem direitos e precisam de proteção. Como podemos dizer “hoje eu cuido desse cãozinho, mas não quero ver aquele bezerrinho que foi tirado da mãe e terá sua carne tenra vendida nos supermercados?”

Hoje dou início aqui a uma série de posts visando uma reflexão sobre o assunto. Acho que “protetores de animais” engloba todos os seres sencientes.

Vamos começar a pensar nisso?

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Saramago, conhecido por opiniões polêmicas, morre aos 87 anos

Saramago era conhecido por sua língua afiada

Saramago era conhecido por opiniões polêmicas e língua afiada

Morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, o escritor português José Saramago. O primeiro Nobel de literatura portugues, era conhecido tanto por seu talento literário como por suas visões polêmicas.

Comunista ferrenho, tinha como desafetos a Igreja Católica, o governo israelense e o ex-presidente americano George W. Bush.

"Eu sou um comunista hormonal, meu corpo contém hormônios que fazem crescer minha barba e outros que me tornam um comunista. Mudar, para quê? Eu ficaria envergonhado, eu não quero me tornar outra pessoa", disse Saramago ao repórter da BBC Alfonso Daniels, em uma entrevista em junho de 2009.

Saramago, recentemente fez duras críticas ao primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, a quem se referia como "vômito". No blog que escrevia no site da Fundação Saramago, disse: "Na terra da máfia e da Camorra, o quanto é importante o fato provado de que o primeiro-ministro é um delinquente?"

O escritor comparou, em 2002, a situação nos territórios palestinos com o campo de concentração nazista de Auschwitz: "Nós precisamos tocar todos os sinos do mundo para falar que o que está ocorrendo na Palestina é um crime, e está em nosso poder parar isso"…"Nós podemos comparar (a situação palestina) com o que aconteceu em Auschwitz", disse ele, quando uma delegação de membros do Parlamento Internacional de Escritores se encontrou com o líder palestino Yasser Arafat em Ramallah.

Saramago teve também desentendimentos com o governo português, em 1992, depois que a nomeação de seu livro O Evangelho segundo Jesus Cristo foi bloqueada para um prêmio literário europeu por ser supostamente herético. Nesta ocasião, ele se mudou em exílio simbólico para as Ilhas Canárias.

Saramago era conhecido ainda por seu pessimismo. "Eu sempre tendi a ver o lado negro das coisas, eu acho que as pessoas nascem com isso", disse quando perguntado se a criação rural poderia ser responsável pelo pessimismo que, segundo ele, estava cada vez maior.

Várias das opiniões polêmicas de Saramago estão no livro O Caderno, uma coletânea de textos publicados por ele em seu blog.

"O ser humano inventou Deus e depois escravizou-se a ele", disse o escritor certa vez.

 

 

Fonte: BBC

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Cafeteria para cães no México

por Marcello Berriel

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Inaugurada no ano de 2006, a cafeteria Bow Wow Deli está fazendo sucesso na Cidade do México. A cafeteria Bow Wow, fundada por Miki Nakai, oferece refeições finas e saborosas para cães e seus donos aproveitarem um happy hour juntos e tem se tornado popular entre a alta sociedade do México.

Miki Nakai,  nascida no Japão, resolveu trazer para o país onde vive um elemento que já é comum no Japão, as lanchonetes e cafeterias que servem a cães e humanos.

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Na Bow Wow Deli os pratos incluem tortas e biscoitos, especialmente preparados para os cães,  além de várias opções de cafés e chás (estes últimos apenas para as pessoas). A cafeteria atende quaisquer cachorros desde que presos na coleira (regras da casa) e devidamente acompanhados por seu dono, obviamente. Na Bow Wow Deli também é proibido latir em excesso e rosnar para os outros clientes, então é melhor garantir que seu cachorro seja bem educado antes de visitar o local.

 

 

 

Fonte: cachorroblog

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PALESTRA: EDUCAÇÃO DE VALORES

bannerINR (1) PALESTRA GRATUITA EM SP: EDUCAÇÃO DE VALORES


Promovida pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo

Dia 14 de junho de 2010, das 14h às 17h30

(Aberto a todos os interessados. Entrada franca. Não é necessária inscrição prévia. Pede-se chegar com 15 minutos de antecedência)
A Educação de Valores prepara o indivíduo para uma vida mais integral, pacífica e solidária.
Ao mesmo tempo beneficia diretamente os animais, cujos direitos passam a ser conhecidos, com encorajamento do respeito e do sentido de responsabilidade que lhes são devidos. Deve-se iniciar em tenra idade, por meio do exemplo e continuar no ensino formal, inspirando, apoiando e valorizando sentimentos de compaixão, ética e solidariedade.

Estudos do FBI mostram que a violência contra animais funciona como um “primeiro degrau” para futuras violências contra humanos. Quase todos os assassinos em série têm em sua história a prática de maus-tratos a animais.
A UMAPAZ trará no dia 14 de junho, às 14h, Nina Rosa Jacob, para dialogar sobre como a inclusão do tema dos animais no currículo escolar estimula o desenvolvimento moral, espiritual e pessoal de cada indivíduo, traz benefícios à comunidade escolar e aumenta as oportunidades de aprendizagem em diferentes áreas.


Nina Rosa Jacob, ativista pela defesa dos direitos dos animais desde 1994, palestrante sobre "Educação de Valores" e "Exploração Animal".

Em 2000, fundou o Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida, organização independente que trabalha pela valorização da vida animal por meio da Educação de Valores.

Defende a educação e a coragem de fazer o bem como principais ferramentas para a formação de uma sociedade mais justa e pacífica.

Produziu os vídeos:

  • A Carne é Fraca
  • Fulaninho, o Cão que Ninguém Queria,
  • Não Matarás – os animais e os homens nos bastidores da ciência
  • Olhar e Ver
  • O Gato Como Ele É
  • Criando um Amigo (em parceria com a Prefeitura de São Paulo – Secretaria de Saúde)
  • Vida de Cavalo

Editou dos livros:

  • Alternativas ao uso de animais vivos na educação – pela ciência responsável, de Sérgio Greif
  • Vozes do Silêncio – cultura científica: ideologia e alienação no discurso sobre vivissecção, de João Epifânio Regis Lima

Organizou o livreto A Coragem de Fazer o Bem 


Serviço

Palestra: Educação de Valores
Palestrante: Nina Rosa Jacob
Público: Educadores e todos os interessados
Dia e Horário: 14 de junho, das 14h às 17h30
Local: UMAPAZ – Av. IV Centenário, 1268, Portão 7-A – Parque Ibirapuera – não é permitido entrar com carro por este portão e estacionar.
(Não é necessária inscrição prévia. Pede-se chegar com 15 minutos de antecedência)

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Debate colocará em confronto Pecuária e Vegetarianismo

 

No dia 29 de junho, às 19h, o Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais sedia o debate ‘O vegetarianismo e a pecuária: políticas públicas para conservação do Pampa’. Para defender a pecuária estará presente o professor do Departamento de Ecologia da UFRGS, agrnônomo Valério de Pata Pillar, com contraponto da psicóloga e socióloga Eliane Carmanim Lima, professora universitária, ativista dos Direitos Animais e criadora do Cadastro dos Vegetarianos. A mediação será do filósofo Vicente Medáglia, coordenador do Ingá.

A idéia é debater o impacto da pecuária na economia, na sociedade e na cultura gaúcha, discutindo a conservação do bioma e as alternativas possíveis e viáveis economicamente para a região da Metade Sul. Um tema polêmico mas que urge em ser debatido e esclarecido, especialmente entre o Movimento Ambientalista e o Movimento Vegetariano. Discutir sobre as possíveis – ou impossíveis – interrelações e propor, conjuntamente, políticas públicas efetivas que respeitem tanto os direitos dos humanos como o dos não-humanos.

O evento acontece no Casarão do Ingá, na rua Coronel Fernando Machado, 464, Centro Histórico de Porto Alegre, com entrada franca. Serão oferecidos quitutes veganos aos presentes.

Fonte: Vanguarda Abolicionista (http://vanguardaabolicionista.wordpress.com/2010/06/12/debate-coloca-em-confronto-a-pecuaria-e-o-vegetarianismo/)

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