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Archive for abril \28\UTC 2010

Dica do blog Fora de Série – Livro sobre Perícia Criminal

 Não tem muito a ver com os assuntos deste blog (e eu ainda não li), mas para quem tem curiosidade sobre Perícia Criminal, vai a dica que recebi via twitter do blog ForadeSérie:

Livro fala sobre o “CSI” da vida real

28 de abril de 2010

A Idéia & Ação, da Matrix Editora, está lançando um livro para matar a curiosidade sobre perícia criminal. Trata-se  do“Manual da investigação forense – Conheça as técnicas utilizadas para desvendar os grandes crimes”, escrito pelo jornalista Sérgio Pereira Couto. A obra mostra descrições de técnicas que os peritos utilizam para incriminar um suspeito.

E por que esta notícia literária veio parar em um blog de séries? Explico! É que no material da assessoria de imprensa li o seguinte:

“A ciência sempre foi uma grande aliada do combate ao crime. Tanto que hoje se utiliza um termo bastante em voga por causa dos seriados de TV: ciência forense. Para explicar melhor esse universo para iniciantes na profissão e até mesmo curiosos apaixonados por investigação,
Os seriados de TV como, por exemplo, CSI (Crime Scene Investigation) exibido desde 2000 despertaram tanto interesse no assunto em algumas pessoas, que, a partir disso, várias começaram a investir na carreira de perito criminal; outras simplesmente tornaram-se fãs dessas produções. Porém, desvendar um crime não é uma tarefa fácil e leva muito mais tempo do que a TV costuma mostrar.”

A obra, então, possibilita que o leitor acompanhe o passo a passo de uma investigação criminal, desde o isolamento da área do crime até as análises das evidências encontradas. Para quem curte CSI é uma boa pedida!

SOBRE O LIVRO
:: Manual da investigação forense – Conheça as técnicas utilizadas para desvendar os grandes crimes.
:: 144 páginas
:: Preço – R$ 28
:: Matrix Editora

Leia mais sobre o assunto:

:: Alunos aprendem perícia criminal nos Estados Unidos

:: Os furos mais comuns de CSI

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VIVISSECÇÃO – por que ainda existe?

panfletoantiviv

Ontem foi o dia Mundial Antivivissecção, ou seja, contra qualquer prática de experimentação que utilize animais. Vivissecção, no sentido literal: cortar um corpo vivo.

NA HISTÓRIA:

A partir da década de 1870, mamíferos, especialmente cães e gatos, passaram a ser usados em vivissecções, ao invés dos répteis usados nas décadas de 1830 e 1840. Durante os anos 1870, formaram-se associações para abolir a vivissecção, tais como a British Union for the Abolition of Vivisection (União Britânica para a Abolição da Vivissecção) e a National
Anti-Vivisection Society (Sociedade Nacional Antivivissecção). Embora a SPCA desde o início condenasse a vivissecção como um abuso de animais, a legislação não foi implantada até 1876. Esse “projeto de emenda de lei relativo à crueldade com os animais” foi o primeiro desse tipo no mundo e regulamentou os procedimentos para licenças e inspeção geral de experiências com animais.

Em 1906, um famoso evento ficou conhecido como o Brown Dog Affair (Caso do Cachorro Marrom). Dois alunos de Medicina tornaram públicos procedimentos experimentais cruéis e chocantes feitos com cães e adotados em instituições médicas em nome da ciência. Isso levou à confecção da estátua de um cachorro marrom no Battersea Park, em Londres, pelo International Anti-Vivisection Council (Conselho Antivivissecção Internacional): um simbólico memorial para animais vivissecionados em laboratórios. Um ano depois, cem alunos de medicina tentaram remover a estátua, mas moradores locais a defenderam com sucesso. Embora a estátua tenha desaparecido em 1910, no mesmo ano milhares de pessoas compareceram a um protesto contra vivissecção em Trafalgar Square. O incidente gerou grande publicidade para a causa antivivissecção, assim como estimulou muitas discussões na imprensa.

No ano seguinte, 1911, a Lei de Proteção Animal foi aprovada no Reino Unido, o que consolidou toda a legislação existente para a proteção animal.

ATUALMENTE, o principal argumento antivivissecção  está expresso nas palavras do médico inglês Robert Sharpe, autor de Science on Trial (Ciência em julgamento, inédito no Brasil): "Homens e animais têm organismos e reações bioquímicas diferentes. Se um estudo com hamsters achar a cura do câncer, ela servirá só para curar o câncer em hamsters".

A inutilidade dos testes em animais se estende às pesquisas de novas drogas. Apesar do enorme número de cobaias sacrificadas para testar a eficácia e os efeitos colaterais de novas substâncias, 95% dos fármacos aprovados em animais acabam descartados nos testes em voluntários humanos e não chegam ao mercado. Uma revisão realizada pelo governo americano nas drogas lançadas entre 1976 e 1985 revelou que 51,5% delas ofereciam riscos não previstos nos testes.

Vale também o raciocínio inverso: ao testar substâncias em animais, os cientistas poderiam descartar drogas promissoras para humanos só porque elas causaram mal a ratos ou porcos. A aspirina, por exemplo, causa deformidades nas crias de roedores, cães, gatos e macacos, embora para nós seja segura. Já a penicilina é fatal para o porquinho-da-índia.

Sheila Moura, da Sociedade Fala Bicho, acredita que a resistência  ao uso de métodos substitutos esconde um dogma. "Muitos cientistas reconhecem que existem substitutos para os animais, mas ainda assim usam as cobaias por medo de que seu estudo seja questionado por não usar o método tradicional. Essa mentalidade precisa mudar."

O segundo grande argumento antivivissecção é que não interessa se o uso de animais ajuda ou não a ciência: nós simplesmente não temos o direito de sacrificá-los. "A questão é moral. Se há um dilema em usar animais, então temos de buscar alternativas. Mas, se os usamos sob o argumento de que não há alternativas, então nunca vamos encontrá-las", diz Rita Leal Paixão, professora do Departamento de Fisiologia e Farmacologia da Universidade Federal Fluminense, pesquisadora de ética aplicada e bioética da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz. Alguns exemplos corroboram suas palavras. Na Inglaterra, a proibição de usar animais para praticar microcirurgia levou à adoção de técnicas que usam placenta humana. 

Para o filósofo australiano Peter Singer, autor de Animal Liberation (Liberação dos animais, inédito no Brasil), um clássico sobre o assunto, há, sim, um problema ético em usar qualquer ser capaz de sentir dor. A classificação dos seres em humanos e não-humanos, para Singer, configura "especismo", uma discriminação que equivaleria ao racismo. "Há animais cujas vidas, por quaisquer critérios, são mais valiosos que as vidas de alguns seres humanos. Um chimpanzé ou um porco tem um grau mais alto de autoconsciência e uma maior capacidade de relações significativas do que uma criança com uma doença mental séria", diz Singer. Ou seja: quem admite cortar um macaco em nome da ciência teria que admitir também cortar uma criança com paralisia cerebral, por exemplo.

"Um dia, a experimentação animal será considerada tão absurda como hoje nos é a idéia do holocausto, da escravidão, da inquisição", diz Sheila Moura, da Sociedade Fala Bicho.

 

 

Fonte:

superabril.com.br

ptextranet.animalwelfareonline.org

direitosanimaisunicamp.blogspot.com

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FINATO, o Perito que pirou

finato QUEM  assiste o CSI, série do AXN, tem uma noção do que são locais de crimes… A diferença da série para o mundo real é que não temos toda tecnologia ali apresentada, os exames feitos não apresentam resultados tão rápidos e, raramente acompanhamos o caso até o desfecho final.

Quando acontece um crime, o CIOSP (centro que integra as operações da segurança pública) envia ao DC (departamento de criminalística) o comunicado e solicitação de atendimento. Não entrando em detalhes a respeito do tempo que isso leva, no plantão toca o alarme (campainha do computador). A equipe de plantão (atualmente três fixas/dia) é alertada e vai ao atendimento.

Não tem monotonia ( um raio não cai no mesmo lugar – pelo menos não da mesma forma). Nunca sabemos o que vamos ver no final do percurso (diz-se deslocamento da viatura). Sabemos que (quase sempre) será um local de morte. Acreditem, é um filme de terror acontecendo em tempo real…

Não, não ficamos tensos ou pensando no que nos aguarda…afinal, somos profissionais. Durante o trajeto, conversamos,  brincamos, contamos histórias, normal.

Pronto. Chegamos. Um aglomerado de gente se acotovela para ver o ocorrido, viaturas da polícia civil/ brigada militar/ eptc e a fita do isolamento, aquela internacionalmente amarela com tarjas pretas, sabe?… E,  lá está  –  vemos algo coberto por um pano manchado de vermelho no meio do asfalto, ou na calçada, ou dentro de casa, ou no telhado, ou…

Antes de chegarmos ao isolamento, já estamos examinando o entorno. O que é relevante? o que deve aparecer nas fotos? tem projetil? marcas no asfalto? E  é  aí, neste exato momento que  começa o que eu chamo de drama interior…ou seja, tudo aquilo que fazemos mecanicamente por força da profissão e não percebemos na hora o quanto nos atinge. Examinamos o local, remontamos os acontecimentos, examinamos o corpo…Feito o esboço inicial, voltamos ao DC. Acabou? Só até o próximo local.

A carga emocional é muito grande. O interessante é que não percebemos de imediato. É como veneno tomado em pequenas doses.

Há várias histórias. Contam que uma vez apareceu por lá uma psicóloga com o intuito de acompanhar e dar apoio aos plantonistas. Para entender melhor, ela resolveu acompanhar alguns atendimentos. Dizem que não durou uma semana, chorava copiosamente e era consolada pelos funcionários…foi embora. Nunca repetiram a idéia.

Daí,  se entende que alguns começam a agir de forma estranha. O nosso personagem, Perito Finato (nome fictício) é um desses que pirou. Despirocou de vez…

Dizem que era muito bom profissional, só que trabalhou muito tempo no plantão. Tomou o veneno gole a gole. Sorveu todo, gota a gota, sem piedade.

Sem perceber, começou a fazer coisas estranhas… Para não comprometer o departamento, foi colocado em outro setor mais leve.

Olhando ele parece normal, o Finato.  Assim, a primeira vista,  quase não se percebe o que lhe vai na alma…

Mas as histórias, ah as histórias… Contam que certa vez, reconstituindo um crime, causou constrangimentos para alguns, risos para outros e a coisa, correndo de boca em boca,  virou piada.   Era um crime passional, entre homossexuais. Finato, no afã de não perder nenhum detalhe e fazer bem seu trabalho, ao refazer a história, pediu que o policial que fazia o papel do homicida repetisse, além do necessário, o que ocorrera entre vítima/homicida no dia do crime…

Noutra ocasião, reconstituindo um local de acidente de trânsito, resolveu testar o espaço percorrido na frenagem de uma moto em um local de acentuado declive. O que era evidente para todos a ele passou despercebido e o coitado do rapaz que se ofereceu para fazer o teste em sua própria moto, arrebentou-se no chão. Constrangimento geral…

São inúmeras as histórias protagonizadas pelo Finato. O pior é que ele não demonstra estar perturbado. Na verdade, ele está bem. Faz seus deveres direitinho. O problema é justamente esse – a coisa não dá sinal e, sem mais nem menos, sem aviso prévio, ele desanda a fazer bobagem… Apesar disso, é querido por todos. Os colegas o entendem, mas sabem que não é mais o mesmo.

– Finato, dizem, pirou…  Foi traído pela profissão.

 

obs: A história e os personagens são fictícios, porém foi escrita com base em um serviço real ou seja, nas histórias qualquer semelhança é mera coincidência.

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VACINAS E CASTRAÇÃO EXIGIDAS POR ALGUMAS REDES DIFICULTAM A ADOÇÃO DE ANIMAIS

adoção É  comum encontrarmos na internet “redes” que agregam pessoas com a mesma finalidade. No caso dos animais há redes que se formam com  finalidade de encaminhar bichos de rua para adoção. O problema é que algumas dessas redes impõe requisitos para divulgação dos animais. É comum encontrarmos como principais exigências a castração e vacinação.

Ocorre que os animais de rua são encontrados…na rua!!! Assim, o  bichinho está em péssimo estado – pulgas, carrapatos, faminto e desnutrido. Os protetores o recolhem, dão banho, comida, aplicam frontline ou similar, remédio para vermes e os colocam para adoção…

Ôpa, esqueci…o site não permite a colocação de animais se não estiverem castrados e vacinados….

CUIDADO PROTETORES!!! Não é  bem assim – é importante salientar que para um animal ser vacinado precisa estar saudável. A vacina nada mais é que a inoculação de uma “amostra da doença”, portanto se o animal estiver debilitado, seu organismo não reagirá… Para castração, também. Qualquer cirurgia requer saúde.

Esse assunto é importantíssimo. No afã de encontrarem logo uma boa família para o bichinho (e para isso precisam apresentá-lo no site) acabam apressando sua vacinação/castração exigida pelo tal site. Caso o bichinho esteja um pouco debilitado, a exigência poderá matá-lo.

Ora, ora…temos aqui um impasse. Se os protetores esperarem muito para que o bicho fique bem “fortinho” serão um entrave para sua adoção, até porque o animal debilitado ficará junto a outros podendo adquirir alguma  patologia.

Não seria lógico  que tais redes permitissem a colocação imediata do animal para adoção e posteriormente procedessem o  acompanhamento junto a família adotante para vacinação e castração?  Isso não seria mais seguro para a saúde do animal?

Abaixo, algumas matérias sobre o assunto:

 

VACINAÇÃO:

“O cão deve estar em boa saúde, sem nenhuma doença seja de pele, ouvido, diarréias, vômitos entre outras. Deve ser realizada a vermifugação pelo menos 3 semanas antes da vacina”  (http://www.animalesaude.com.br/index.php/vacinacao-em-caes-e-gatos/)

“Qualquer vacina só deve ser aplicada depois de um exame clínico do animal, pois ele poderá estar na idade correta para recebê-la, porém não apresentar as condições de saúde necessárias para tal; ou possuir uma história que recomende a aplicação das vacinas com um esquema diferenciado.
A tabela serve como referência, contudo é indispensável que cada caso seja analisado separadamente.”(
http://www.corposaudavel.com.br/dicas-e-tendencias/370-ter-um-animal-de-estimacao-em-casa-cuidados-vantagens-e-desvantagens-)

“Nos filhotes, a primeira dose deve ser dada entre 42 e 45 dias e finalizada com uma terceira aplicação entre três e quatro meses de idade – quando o sistema de defesa do cão já consegue responder à imunização. Nos adultos, é preciso conferir a data prescrita para a vacina e garantir a reaplicação, geralmente feita uma vez ao ano.
Como pré-requisito para a vacinação, o veterinário deve fazer um exame clínico e constatar se o animal não está com febre ou se há possibilidade de ter vermes, entre outros problemas. “Se ele estiver debilitado por algum motivo, a vacina não terá o efeito desejado, portanto, não deverá ser aplicada”, alerta.”(
http://www.bemparana.com.br)

“Requisitos para vacinação:

  1. O cão ou gato deve estar em boa saúde, sem nenhuma doença seja de pele, ouvido, diarréias, vômitos entre outras;
  2. Deve ser realizada a vermifugação pelo menos 3 semanas antes da vacina, lembrando que a vermifugação deve ser realizada para a maioria dos parasitas intestinais de 4-6 meses como rotina;
  3. A vacina deve ser mantida a 2 a 8 Graus Celsius, não deve ser armazenada com alimentos ou outros produtos que não sejam medicamentos;
  4. O Veterinário deve realizar todos os procedimentos de assepsia, usar uma seringa e uma agulha para cada animal e para cada vacina, não misturando vacinas diferentes na mesma seringa,  entre outros processos;
  5. Qualquer antibiótico e/ou antiinflamatório associado a vacina pode interferir na resposta imune do animal.”(http://www.animalesaude.com.br/index.php/vacinacao-em-caes-e-gatos/)

 

CASTRAÇÃO:

“As cirurgias eletivas para evitar a reprodução de cães e gatos, chamadas popularmente de castração, denominam-se orquiectomia para os machos, e ovariosalpingohisterectomia (OSH) para as fêmeas. A castração é o método mais eficaz de se evitar a gestação. São cirurgias muito difundidas e ajudam, ainda, no controle populacional de cães e gatos errantes, sem domicílios, já que o aumento de animais soltos na rua, sem condições de higiene e de sanidade adequadas, contribui para a disseminação de muitas doenças, principalmente as zoonoses.

É importante saber que, para submeter qualquer animal a uma cirurgia, ele deve estar saudável. Isto significa não ter nenhuma doença, como também ter a vacinação e a vermifugação em dia. Neste caso, a cirurgia deve ser feita após a imunização do filhote. Só então ele será candidato a uma cirurgia eletiva ou de conveniência. Como o próprio nome diz, a data da cirurgia é marcada conforme a conveniência do proprietário e do médico veterinário responsável.

há contra-indicações? Meu animal corre algum risco?

Bom, uma resposta de cada vez…

Não há contra-indicações desde que seu animal esteja saudável, independente da idade que ele tiver. Cadelas no cio tornam a cirurgia mais difícil e mamães amamentando devem desmamar primeiro os filhotes. Claro que animais mais jovens são melhores candidatos a cirurgias do que os idosos. Mas o que importa é a saúde geral dele. Para tanto, são solicitados exames pré-operatórios, como exame de sangue e outros que avaliem a condição do fígado, rins e coração, já que toda cirurgia implica certo risco.

Sim, há risco, como para qualquer um de nós que venha a se submeter a um procedimento anestésico ou cirúrgico. A cirurgia de uma cadela ou de uma gata requer procedimentos anestésicos mais elaborados, como uma anestesia geral. Mas estes riscos são minimizados diante de uma conduta séria e responsável do profissional que você escolheu e que, certamente, lhe dará todo o suporte para esclarecer as suas dúvidas e lhe passar a segurança necessária.”  (http://www.animaisdecompanhia.com.br/component/content/article/43/149-castracao)

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IMAGEM: SURREAL

space_shuttle_discovery_cinderella_castle_apNave espacial Discovery é vista passando atrás do Castelo da Cinderela no Magic Kingdom, Walt Disney World, em Lake Buena Vista, Flórida. Foto: AP

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RECICLAGEM: móveis, sacolas e outras idéias

abril 25, 2010 2 comentários

Algumas idéias para reutilização de materiais:

 

Um tapete feito de rolhas…

 

 

 

 

 

 

reciclagem - camiseta-sacola

 

Uma sacola de compras feita de uma camiseta velha…

 

 

 

 

 

 

 

reciclagem -futon-sofá

 

Um “sofá” original e outras idéias para “móveis” nas próximas fotos

 

 

 

 

 

 

reciclagem contat2 reciclagem - estante com caixas reciclagem contat reciclar-garrafas-vidro-ideias-7

 

 

 

 

 

 

reciclar-garrafas-vidro-ideias-6 reciclar-garrafas-vidro-ideias-1

reutilizar-caixas-de-madeira-3 reutilizar-caixas-de-madeira-1

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ALIMENTAÇÃO VEGANA PARA ANIMAIS

Como vegana, acho importante abordar esse tema. O veganismo é uma opção de vida fundamentalmente ética, logo a alimentação dos animais de estimação dos veganos é uma questão controversa.

Se por um lado um vegano respeita todas as formas de vida, o que implica não sujeitar os outros à sua opção de alimentação/vida vegana, não deveria submeter um animal a uma alimentação vegetariana. Mas por outro lado comprar comida "normal" para animais domésticos é dar apoio à mesma indústria da carne, com toda a sua crueldade, exploração, desperdício e danos ambientais, à qual o veganismo se opõe.

Os cães e os gatos podem receber uma dieta vegetariana, mas não são veganos por natureza – os cães são omnívoros e os gatos são carnívoros. Embora ambos pertençam à classe dos carnívoros, isso não é muito significativo, pois o urso panda também pertence à mesma classe e é quase vegano.
No entanto, é necessário estabelecer dietas especiais para gatos, pois estes precisam de um aminoácido chamado taurina, encontrado nos músculos de animais. Parecem não ser capazes de sintetizá-lo em quantidades suficientes, ao contrário dos humanos e dos cães.
Já se desenvolveu a taurina sintética, usada em alimentos comerciais (não vegetarianos), para gatos. Os animais que não comerem carne devem receber estes ou outros suplementos, pois a sua deficiência pode causar cegueira e mesmo a morte do animal. Os gatos precisam ainda de vitamina A pré-formada e ácido araquidonico. Todos os alimentos veganos para estes felinos contêm esses ingredientes essenciais, e as empresas que os comercializam incluem-nos nos seus produtos.

Não fica mais caro dar uma dieta vegana a um animal de estimação, pois rações de qualidade também não são baratas. E mesmo quando se opta por usar comida "caseira" em vez de rações, os ingredientes mais caros como castanhas e sementes são tão concentradas em energia e nutrientes que são necessárias pequenas quantidades para os deixarem saciados. O dono de um animal ao decidir dar-lhe uma dieta vegana tem apenas de ter atenção à alimentação, de forma a que não falte nenhum nutriente essencial.
Alimentar cães e gatos com uma dieta vegetariana por vezes tem ainda a vantagem de evitar alergias e outros problemas de saúde.

Onde encontrar ração vegetariana:

Nem todas as rações são veganas, mas todas são vegetarianas.

Veggie Pets
http://www.veggiepets.com
Loja online com rações vegetarianas e veganas para cães e gatos, de várias marcas disponíveis no mercado.

Rações Fri-Ribe
http://www.fri-ribe.com.br
Fri-Dog Premium – Vegetariana – Ração 100% vegetal, com 25% de proteínas, à venda no Brasil. Recomendada para alimentação diária de cães adultos de todas as raças e portes.

Amí
http://ami.aminews.net
Produtos alimentares totalmente vegetarianos para cães e gatos. Sem corantes, nem conservantes nem produtos transgênicos.

Referências:
http://www.vegetarianismo.com.br/animais.html
http://www.vegepets.info

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