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Archive for dezembro \29\UTC 2009

Conspiração

                 

                  “Aparentemente, eu me movimento perfeitamente bem no meio das pessoas, tenho relações perfeitamente normais com elas. É possível, me pergunto, que todas estejam participando de um crime de proporções inimagináveis? Estou fantasiando isso tudo? Devo estar louco! No entanto, todo dia vejo provas disso. As próprias pessoas de quem desconfio produzem provas, exibem as provas para mim, me oferecem. Cadáveres. Fragmentos de corpos que compraram com dinheiro.
É como se eu fosse visitar amigos, fizesse algum comentário gentil sobre um abajur da sala, e eles respondessem: “Bonito, não é? Feito de pele judaico-polonesa, é o que há de melhor, pele de jovens virgens judaico-polonesas.” E aí eu vou ao banheiro, e a embalagem do sabonete diz assim: “Treblinka – 100% estearato humano”. Será que estou sonhando, pergunto a mim mesmo? Que casa é esta?
E não estou sonhando, não. (…)
Calma, digo para mim mesmo, você está fazendo tempestade em um copo d´água. Assim é a vida. Todo mundo se acostuma com isso, por que você não? Por que você não?”
(adaptado de J.M.Coetzee – A Vida dos Animais)

 

Este texto está no perfil do orkut do Rafael Ban Jacobsen. Fui mandar um cartão de ano novo, vi o texto, li e não consegui evitar de postá-lo aqui. É sensacional, vale compartilhar !

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LEMBRETE DE FINAL DE ANO

Respeito…

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O Esquizofrênico do Copacabana, por Rafael Bán Jacobsen

 

    O Copacabana, cantina italiana prestes a completar 70 anos de história, é um dos mais tradicionais restaurantes de Porto Alegre. Consagrou-se, ao longo dos anos, como reduto da boemia e da intelectualidade porto-alegrense. Um de seus ilustres freqüentadores foi Lupicínio Rodrigues, o mais famoso compositor gaúcho de todos os tempos e um dos mais originais da MPB, por conta de contundentes baladas de dor-de-cotovelo. Uma de suas grandes paixões era o Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense, e, reza a lenda, foi ali, no Copacabana, em uma tarde de 1959, quando os bondes estavam em greve e haveria uma partida de futebol no Estádio Olímpico, que Lupicínio então escreveu o início do hino do seu time do coração: “Até a pé nós iremos / para o que der e vier / mas o certo é que nós estaremos / com o Grêmio onde o Grêmio estiver…”. Um dos mais apreciados pratos do Copacabana é a vitela assada com cebola e batatas rústicas.

Eu não sou boêmio, nem intelectual, não componho música de dor-de-cotovelo e nem como carne, mas gosto muito de ir ao Copacabana. Noite dessas, lá estava eu, saboreando meu antepasto de berinjela, meu macarrão di grano duro com molho pesto, tudo acompanhado por um encorpado e veganíssimo vinho tinto, e pensava em como, a rigor, ser vegano é uma questão de mínima boa vontade: muitas vezes, é possível encontrar deliciosas opções de alimentação mesmo nos lugares aparentemente mais inamistosos. Lá estava eu, saboreando minha refeição livre de crueldade quando, de repente, eu o vi, em uma mesa próxima, com seu indefectível chapéu panamá, debruçado sobre uma tábua de vitela, besuntado de gordura lustrosa: sim, era ele, o vereador amigo dos animais.

O vereador é bastante conhecido por lutar em várias frentes, muitas relacionadas à causa animal. Por diversas vezes, já se posicionou contra a utilização de cavalos como animais de tração, contra o extermínio nos centros de controle de zoonoses, a favor das campanhas de adoção de cães e gatos e da conscientização das crianças sobre esses e outros aspectos. Em entrevista a uma ONG de proteção animal, em 2004, declarou: “Não tem como acender uma vela para cada santo. Tem que ter lado. Eu tenho: defendo os bichos!”. E ainda: “A questão é geral. Temos que cuidar de todos os bichos.” Por coincidência, uma semana antes desse encontro, eu havia trocado alguns e-mails com o vereador amigo dos animais sobre um provável apoio à campanha “Segunda Sem Carne”, iniciativa da Sociedade Vegetariana Brasileira, em parceria com a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, e com o apoio do Slow Food São Paulo, do Instituto Nina Rosa, da Revista dos Vegetarianos, do Greenpeace, entre outros. A campanha visa a estimular a população a abolir a carne do cardápio pelo menos por um dia na semana, o que, certamente, teria um impacto positivo na saúde da população e no meio ambiente (embora, é verdade, em nada – ou muito pouco – ajude os incontáveis animais criados e mortos para consumo). O vereador mostrou-se simpático à idéia, embora tenha se confessado “um fraco” por comer carne. Ressaltou ainda que, por essa razão, não tinha “muita moral” para defender a iniciativa.

Mesmo sabendo tudo isso, não pude deixar de me chocar ao vê-lo deglutindo o bezerro anêmico. Por que o fazia se, naquele mesmo estabelecimento, havia boas opções vegetarianas? Por que o fazia se, na mesa ao lado, estava uma outra pessoa que, mesmo sem ter imensa força de vontade, desfrutava de uma refeição livre de sofrimento animal? Seja como for, a atitude do vereador está longe de ser caso isolado: trata-se, apenas, de mais um exemplo da tal “esquizofrenia moral” descrita por Gary Francione.

Francione, nascido nos Estados Unidos em 1954, é um professor de Direito conhecido por seu trabalho sobre a teoria dos direitos animais e foi o primeiro acadêmico a lecionar esse tema em uma faculdade de Direito nos Estados Unidos. Francione defende o direito dos animais a partir do princípio da igual consideração. Como parte dessa discussão, Francione identifica aquilo que ele chama de nossa “esquizofrenia moral”, quando se trata de animais não-humanos. Por um lado, dizemos que levamos os interesses dos animais a sério. Francione aponta para o fato de que muitos de nós vivemos com companheiros não-humanos, os quais consideramos membros de nossas famílias e de cuja personalidade — sua condição de pessoas ou de seres com valor moral intrínseco — nunca duvidamos. Por outro lado, devido ao fato de os animais serem tidos como propriedade, eles permanecem sendo coisas que não têm outro valor fora aquele que escolhemos lhes dar, e cujos interesses protegemos apenas quando fazer isso nos traz um benefício — geralmente econômico. Ou seja: no tratamento com os outros animais, a postura humana tende a ser incoerente. Como melhor explica o ativista pró-animal Nuno Franco, em texto publicado no site da União para Proteção dos Animais (UPPA):

“A chacina de focas que todos os anos ocorre no Canadá ou as críticas ao uso de peles e à sua indústria representam alguns exemplos desta conduta incoerente. É deveras curioso que a maioria das pessoas que se pronuncia sobre os maus tratos a cães e gatos, sobre a morte das focas ou sobre o uso de peles, se remeta ao silêncio quanto ao tratamento das galinhas e porcos, sobre o abate de vitelas ou leitões. O que torna umas práticas condenáveis e outras aceitáveis e o que coloca alguns animais na nossa esfera de preocupação e consideração moral enquanto remetemos outros à indiferença é algo contraditório e difícil de compreender, e é exatamente isso que Gary Francione define como esquizofrenia moral.”

Sempre me intrigou o fato de haver pessoas cheias de empatia com os animais, pessoas que, inclusive, “tentam” ser vegetarianas, mas que, de quando em quando, reclamam que foram “forçadas” ou “obrigadas” pelas circunstâncias a comerem carne. Nunca entendi bem o que querem dizer com essas palavras tão fortes: “forçadas”, “obrigadas”. Na grande maioria dos casos, imagino, as pessoas não querem dizer que alguém as tenha ameaçado com uma pistola na cabeça (“Ou você come essa chuleta, ou morre!”), mas, isto sim, aludem ao fato de que, se não comessem carne em dado momento, teriam de pular aquela refeição. Não conheço ninguém que tenha morrido por pular uma refeição, mesmo estando com fome. De qualquer modo, nessas horas, se o estômago reclamar, é bom pensar no que é mais terrível: o ronco da barriga ou o grito dos animais assassinados para virarem arremedo de comida. Outras vezes, as pessoas se veem “forçadas” a comerem pedaços de bichos destroçados simplesmente porque não sabem dizer “não”. É fato: em uma sociedade hipócrita, em que todos são obrigados a sorrir o tempo todo e dizer sempre “sim”, recusar algo pode soar bastante antipático. Todavia, devemos lembrar que a capacidade de dizer “não” e de aceitar o “não” alheio é critério básico de civilidade, é pilar de convivência em todo grupo que preze as características de cada indivíduo, que aceite idiossincrasias e não flerte com a pasteurização e formatação de um pensamento coletivo. Dizer “não” e recusar é uma arte que leva uma vida inteira para ser aprendida e aperfeiçoada. Uma arte que precisa ser cultivada o tempo todo, pois nunca desaparece o risco de que possamos cair em tentação, fraquejar diante do canto da sereia e dizer sim, quando, na verdade, desejaríamos dizer não. Quando as pessoas adotam a política do “deixa pra lá” e se mantêm passivas diante das situações que as incomodam, o resultado pode ser desastroso. Nesse caso concreto, o de recusar ou não o cadáver de um animal, se o resultado não for diretamente desastroso para a pessoa, com certeza o será para os animais.

Quando há opção, não há ingenuidade. Quando não estamos com a pistola apontada para a cabeça, temos a capacidade de fazer escolhas. Nesse caso, ninguém é obrigado ou forçado a nada. Como alerta a filósofa Sônia Felipe em seu texto “Ética na alimentação: o fim da inocência”:

“O ato de comer perde a aura de inocência no momento em que os humanos têm à sua disposição as mais diversificadas fontes naturais de nutrientes vegetais, mas insistem em encher seu prato de pedaços de carcaças que constituíram organismos de indivíduos animais que viveram uma experiência particular de vida. Não há inocência alguma no ato de comer, quando o buffet do qual nos servimos oferece aos comedores uma variedade de preparados nos quais os produtos derivados do abate intensivo de animais e os subprodutos dos restos desse abate são apresentados lado a lado com produtos não derivados de animais. A inocência acaba quando, mesmo tendo diante de si alimentos nutrientes de origem vegetal, o comedor ‘escolhe’ pôr em seu prato porções derivadas de animais.”

Para defender coerentemente a causa animal, precisamos policiar nossos próprios hábitos com um mínimo de boa vontade e nos vacinarmos contra a esquizofrenia moral. E, para esse mal, a vacina é ressuscitar a necessária e esquecida arte de dizer não.

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Rafael Bán Jacobsen   é físico, professor, escritor, poeta e músico, além de atuante defensor dos direitos animais.

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LIVRO CÃES VEGANOS – Baixe gratuitamente

 

 

O site www.caesvegetarianos.info lançou um livro gratuito em português sobre alimentação vegana para cães.

Clique aqui e baixe gratuitamente

Este livro é gratuito mas se ele lhe foi útil, considere fazer uma doação de R$ 5,00 ou R$ 15,00 para os ajudar a disponibilizar conteúdo no site e com o apoio à Associação de Nutrição Vegana para Cães, para que eles continuem com o excelente trabalho e pesquisa.

 

Fonte: vista-se

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RECEITAS PARA O FINAL DE ANO

 

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Baixe as receitas selecionadas pelo Vista-se para o seu final de ano. Imprima e faça um livrinho de receitas para distribuir aos parentes e amigos.

BAIXE AQUI | Última atualização do arquivo: 16/12/2009 às 11:33
Formato: zip (com pdfs separados dentro)

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Envie aos amigos – especialmente os que comem alimentos com ingredientes animais – uma seleção de receitas veganas para este final de ano!

Divulgue.

FONTE: www.vista-se.com.br/natal

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2010

2010

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50 ações contra o Aquecimento Global

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  1. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
    Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.
  2. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
    Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.
  3. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético
    Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).
  4. Não deixe seus aparelhos em standby
    Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.
  5. Mude sua geladeira ou freezer de lugar
    Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar! Mas isso ninguém mais faz hoje em dia… faz?
  6. Descongele geladeiras e freezers antigos… se é que você ainda tem um!
    Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.
  7. Feche suas panelas enquanto cozinha
    Simples, não? Ao fazer isso você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. Já as panelas de pressão economizam cerca de 70% do gás utilizado!
  8. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
    Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.
  9. Tome banho de chuveiro
    E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.
  10. Use menos água quente
    Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.
  11. Pendure ao invés de usar a secadora
    Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.
  12. Nunca é demais lembrar: recicle
    Recicle no trabalho e em casa. Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).
  13. Faça compostagem
    Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.
  14. Reduza o uso de embalagens
    Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.
  15. Compre papel reciclado
    Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.
  16. Utilize uma sacola para as compras
    Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
  17. Plante uma árvore
    Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o
    SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.
  18. Compre alimentos produzidos na sua região
    Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.
  19. Compre alimentos frescos ao invés de congelados
    Comida congelada consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.
  20. Compre orgânicos
    Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura “tradicional”? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.
  21. Coma menos carne
    O metano, emitido por bois e vacas é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Além disso, a produção de carne demanda uma quantidade enorme de água e terras. Confira alguns posts sobre o assunto aqui.
  22. Ande menos de carro
    Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.
  23. Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro
    Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.
  24. Mantenha seu carro regulado
    Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.
  25. Dirija com atenção e não desperdice combustível
    Escolha as marchas corretas, utilize o freio de mão ao invés do pedal quando possível, desligue o carro quando ele ficar mais de 1 minuto parado. Dessa forma, você economiza dinheiro, combustível e o meio-ambiente.
  26. Lave o carro a seco
    Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.
  27. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
    Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.
  28. Use o telefone ou a Internet
    A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.
  29. Voe menos
    Deixar de pegar um avião apenas uma ou duas vezes por ano faz uma diferença significativa para a atmosfera. Se você não pode se dar esse luxo, que tal neutralizar suas emissões? Você pode fazer o cálculo aqui.
  30. Incentive sua escola, trabalho ou condomínio a reduzir suas emissões
    Você pode se tornar um agente de grandes mudanças se, além de reduzir suas emissões também estimular seus amigos a fazer o mesmo.
  31. Economize CDs e DVDs
    CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)?
    Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.
  32. Proteja as florestas
    Por anos os ambientalistas foram vistos como “eco-chatos”. Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.
  33. Considere o impacto de seus investimentos
    O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.
  34. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
    Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?
  35. Desligue o computador
    Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.
  36. Considere trocar seu monitor
    O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor.
    Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.
  37. Não troque o seu iPod ou celular
    Pelo menos enquanto estiverem em bom estado. Se o problema é a bateria, considere trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Gadgets como iPods e celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na enorme maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento.
    Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.
  38. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente
    Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.
  39. Não permita que as crianças brinquem com água
    Banho de mangueira, guerrinha de bambuchas e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação. Não deixe que seus filhos brinquem com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.
  40. No hotel, economize toalhas
    Em alguns hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia.
  41. Participe de ações virtuais
    A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site
    ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!
  42. Instale uma válvula na sua descarga
    Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!
  43. Economize água em suas viagens
    A distribuição de água no mundo é extremamente irregular. Em algumas regiões da África é necessário caminhar por mais de dois quilômetros para se encontrar água. O Brasil, que possui um dos maiores reservatórios do mundo, tem um nordeste agonizante pela seca e pela pobreza. Ao viajar para regiões onde a água é escassa, economize mais ainda.
  44. Recicle árvores e cartões de Natal
    Todos os anos, toneladas de árvores de madeira ou de plástico são jogadas no lixo, sem contar os inúmeros cartões de natal e caixas de presentes. Incorpore o espírito do natal e reaproveite tudo o que puder no ano seguinte, para que todos sempre tenham um feliz ano novo.
  45. Não peça comida para viagem
    Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.
  46. Regue as plantas à noite
    Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.
  47. Frequente restaurantes naturais/orgânicos
    Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.
  48. Vá de escada
    Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia. Se você vai de elevador, a boa-educação manda que você espere quem ainda está chegando, certo?
  49. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
    Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.
  50. Divulgue essa lista!
    Envie essa lista por e-mail para seus amigos, divulgue o link do post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, o planeta agradece!!!

Fonte: GlobalWarmingFacts.info

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