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Archive for novembro \19\UTC 2009

Plantação

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CAT CAFÉS – solução bem sucedida

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Cat Cafés – Para os gatos que ficam no entorno de hotéis e restaurantes a WSPA (World Society for the Protection of Animals) criou o projeto Cat Café.
Um Cat Café é um tipo de estação de alimentação onde os gatos podem ser alimentados e cuidados. Ao atrair gatos para as estações cuidadosamente selecionadas, evitam-se conflitos com pessoas. Por meio da iniciativa, programas de
esterilização e vacinação também podem ser implantados. Se necessário, gatos doentes e feridos são recolhidos, tratados e soltos ou adotados.
Exemplos de Cat Cafés bem-sucedidos são os instalados pelo Cretan Animal Welfare Group (Grupo Cretense de Bem-Estar Animal – CAWG)
Muitos restaurantes e hotéis em Creta (Grécia) enfrentam o problema de gatos nas ruas. Muitos dos proprietários dos estabelecimentos não têm aversão aos gatos em si, mas os felinos podem vir a incomodar se ficarem constantemente circulando por entre as mesas em busca de comida. Também, ao final da temporada, quando todos os turistas vão embora e os estabelecimentos fecham para o inverno, a fonte de alimentos desaparece e os gatos rapidamente ficam famintos e doentes.

          Um hotel que identificou esse problema foi o Ikarus Village Hotel. O gerente, Sr. Manolis, buscou ajuda junto ao CAWG e lhe foi sugerido fazer um Cat Café. A entidade já tinha outros três exemplos bem sucedidos de Cat Cafés na área de Malia, em Creta. Um voluntário do CAWG construiu um Cat Café a partir de um projeto da WSPA e o instalou no hotel. O gerente escolheu o local – longe do hotel, mas suficientemente perto dos hóspedes para que pudessem ver e alimentar os gatos se quisessem.
A escolha do local é muito importante, pois permite que hóspedes que gostam de gatos os vejam, os alimentem se assim quiserem e saibam que eles estão sendo cuidados. Mas, para aqueles que não são apaixonados por animais, os gatos ficam fora do caminho e não constituem problema. Um benefício extra dos Cat Cafés é a imagem que os visitantes levam pra casa. Onde há um Cat Café, eles sabem que o hotel está ativamente trabalhando para o bem-estar animal – algo extremamente apreciado.
O gerente do hotel provê alimento e água regularmente e mantém o local limpo. O CAWG observa e tenta ganhar a confiança dos felinos. Ao mesmo tempo em que zela pela sua saúde, também tem mais facilidade para recolhê-los e esterilizá-los – a única solução para o problema de gatos ferais em Creta.

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CLIMA: Pólo Norte será rota oceânica em 20 anos

 

Ártico não terá mais gelo no verão dentro de dez anos

A Equipe Catlin de Vistoria do Ártico, liderada pelo explorador Pen Hadow, mediu a espessura do gelo

Foto:15.abr.09/AP

LONDRES – O pólo Norte vai se transformar em mar aberto durante os meses de verão dentro de uma década. A previsão científica é do projeto Catlin Arctic Survey, liderado por Pen Hadow, tradicional explorador polar. O grupo analisou o comportamento do gelo ártico por três meses.
Os cientistas mediram várias características do gelo na parte norte do mar de Beaufort, ao redor do pólo Norte. A maior parte do gelo da região tem ao redor de 1,8 metro de espessura. Por ser fino, tudo isso vai derreter no próximo verão, estimam os cientistas.

 

O problema é que a região estudada, tradicionalmente, apresenta várias camadas de gelo. As mais velhas não costumam derreter tão rápido.
"Como grande parte da região é agora recoberta por um gelo de menos de um ano, claramente ela está mais vulnerável", afirma Peter Wadhams, pesquisador do Grupo de Física do Oceano Polar da Universidade de Cambridge  que participou das análises dos dados. "Toda a área está agora mais suscetível a se transformar em uma grande zona aberta a cada verão", diz Wadhmas.

Novo consenso

De acordo com o pesquisador, os dados do projeto Catlin corroboram o novo consenso de que os verões no Ártico não terão mais gelo dentro de 20 anos e que o grande decréscimo na formação desse gelo vai ocorrer nos próximos dez anos.
"O oceano Ártico desempenha uma posição central no sistema climático da Terra", diz Martin Sommerkorn, da ONG WWF. Um impacto na região, portanto, poderia ter consequências em áreas bem distantes do pólo Norte.
"Esse processo poderá causar inundações que afetarão um quarto da população mundial, aumentar de forma substancial as emissões de gases-estufa [que costumam ser aprisionados pelo gelo] e provocar mudanças climáticas extremas", diz o ambientalista.
A abertura definitiva do Ártico, pelos menos durante os verões boreais, poderá ainda ter um impacto econômico.
O rápido degelo da região, dizem os analistas, poderia criar uma rota oceânica regular entre os oceanos Atlântico e Pacífico, o que provavelmente passaria a ser explorado pelas empresas de navegação.

Fonte: Associated Press

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A dita “Humanidade” – vídeos

R ecebi pelo facebook esses dois vídeos. O primeiro consegue nos passar uma sensação de desconforto a medida que nos coloca no lugar daqueles a quem impomos toda a falta de “humanidade”, dignidade e respeito que é mostrada.  O segundo,  justamente nos lembra da humanidade, dignidade e respeito que os animais ditos “humanos”, enquanto espécie superior devem ter.  O interessante é que foram enviados por pessoas diferentes, mas vendo-os em seqüencia, notamos que os vídeos são complementares.

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Conversa sobre vegetarianismo

Encontrei essa matéria bem interessante no “vista-se”. São questões que os não-vegetarianos nos colocam com freqüência. No caso, foi uma entrevista para um trabalho escolar… Confira abaixo:

Recentemente respondi algumas questões à estudante de jornalismo Talita Mello para um trabalho de faculdade e creio que este material pode ser interessante para outras pessoas. Segue a entrevista.

Nome completo, idade, cidade.

Fabio Chaves, 27, Campinas-SP.
Sites:
http://www.vista-se.com.br
http://www.sejavegetariano.com.br
http://www.brasilvegano.com.br

– Há quanto tempo tornou-se vegetariano? Por quê?
Há 5 anos, aproximadamente. A princípio foi por compaixão aos animais, hoje junto a isso os benefícios ao meio ambiente e a minha saúde.

– Sofreu no início? Qual era a “tática” (ou pensamento) usada (o) para distanciar-se da carne e manter-se firme neste propósito?
Bem no início sofri, como a maioria sofre. Eu não conhecia opções práticas para substituir a carne. É bem comum as pessoas comerem arroz, feijão, bife e batata frita. Se você imagina aquilo sem o bife parece sem graça. E é. A tática é conhecer novos alimentos, novas preparações e não simplesmente tirar a carne do prato. Acho que meu gosto pela cozinha me ajudou muito.

– Carnívoros geralmente acham que ser vegetariano é “frescura”. Qual a sua reação diante dessa afirmação?
É um pensamento bem ultrapassado, mas realmente – e infelizmente – não é incomum. Quando você entende que o vegetarianismo é muito mais do que uma dieta alimentar e vai fundo nas raízes dos problemas ambientais e de distribuição de alimentos você entende que a causa é muito importante, em outras palavras, o buraco é mais embaixo.

– Você tem dificuldade para encontrar alimentação adequada a seu tipo de “dieta” quando sai de casa? Se sim, qual?
Embora nos últimos anos estabelecimentos e empresas tenham se voltado de forma satisfatória para os “consumidores verdes” ainda há muito a evoluir. O número de restaurantes especializados sobe bastante, mas há ainda aqueles que acham que “é uma moda” e que vai passar, então não investem nem sua atenção para adaptar suas empresas ao vegetarianismo.

– Mediante certas dificuldades, já pensou algum dia em voltar a ser carnívoro?
Nunca.

– Muitas pessoas acreditam que abolindo a carne de sua alimentação não consumirão as proteínas suficientes, embora existam inúmeros estudos que rebatam essa afirmação. Assim sendo, quais os alimentos que você ingere para obter as proteínas necessárias no dia-a-dia?
A proteína é o mais simples de se obter. Um bom prato de arroz e feijão já supre a necessidade diária de uma pessoa normal (não atleta). Fora o prato base encontro proteínas em diversas oleaginosas, leguminosas e até em verduras. É muito raro uma pessoa ter falta de proteína, o que acontece, ao contrário, é ter excesso de proteína e ter seus ossos prejudicados por isso. É muito mais comum a falta de ferro, por exemplo, tanto em dietas vegetarianas como em dietas onívoras – aquelas que incluem carnes e vegetais.

– É muito comum carnívoros discutirem a relação “animais x plantas” quando entramos na questão de “vida”. Para eles, as plantas também são seres vivos. Qual sua resposta a estas pessoas que fazem esta afirmação?
É uma pergunta clássica no meio vegetariano e tem uma resposta que beira à frustração dos carnívoros, dada sua simplicidade: as plantas não têm sistema nervoso central, logo, não sentem dor, nem sofrem. Ok, vamos imaginar que cientistas comprovem que plantas sentem dor. Ainda assim o vegetarianismo é a melhor solução caso você queira minimizar a violência e a dor no planeta, já que um boi come muitas plantas até chegar à idade de abate, que é por volta de 4,5 anos. Consumindo a carne deste boi vocês estaria matando, além dele, muitas plantas, por tabela.

– Se todos passassem a comer apenas alimentos de origem vegetal, haveria bastante comida para todos?
Na verdade sobraria comida no planeta. Um trecho de um estudo publicado pela Revista Época diz o seguinte: A produção de grãos de uma fazenda com 100 hectares pode alimentar 1.100 pessoas comendo soja, ou 2.500 com milho. Se a produção dessa área for usada para ração bovina ou pasto, a carne produzida alimentaria o equivalente a 8 pessoas. Fonte.

– Qual seu maior sonho (sendo vegetariano)?
Eu não chamo de sonho, chamo de objetivo: ver o maior número de pessoas esclarecidas acerca da causa vegetariana.

– A Lei Expedito veio para facilitar a vida de veganos e vegetarianos, pois se aprovado o projeto de lei, terá que constar no rótulo dos produtos se há alguma composição de origem “animal” – seja em roupas, produtos de beleza, higiene, limpeza, dentre outros. Para você, o Estado deveria proporcionar mais incentivos como este? Quais outros incentivos deveriam ser feitos pelo Governo à população?
Infelizmente esta lei ainda não foi aprovada, por enquanto é apenas um projeto de lei (PL 01/2009) mas estamos confiantes de que ela será aprovada e estamos lutando por isso. A prefeitura de São Paulo recentemente deu um ótimo exemplo lançando em parceria com a Sociedade Vegetariana Brasileira a campanha “Segunda Sem Carne”, afim de ajudar a população a diminuir o consumo da carne e melhorar sua saúde e a saúde do planeta. Iniciativas como esta acontecem há tempos no exterior e fico feliz que estejam chegando ao Brasil. Também em São Paulo pudemos contar com apoio da prefeitura para lançar a 1ª Campanha Vegetariana em metrô do Brasil, onde expusemos 20 grandes cartazes em 2 estações do metrô da cidade mostrando à grande massa os ideais vegetarianos.

– O seu estilo de vida alimentícia já mudou o comportamento de pessoas próximas a você? Já conseguiu transformar um amigo, parente, namorado, (etc) em vegan/vegetariano?
Sim. Muitas pessoas próximas já se declararam influenciadas pelo meu estilo de vida. Gosto de saber que é uma influência boa, para o bem delas e para os animais.

– Muitos famosos (atores, atrizes, modelos, etc) aderiram ao estilo de vida vegan/vegetariano, inclusive ‘formadores de opinião’ (como Arnaldo Jabor) apoiam este movimento. Você acredita que isso ajude a conscientizar mais pessoas devido à popularidade que essas pessoas têm?
Com certeza. O Arnaldo não é vegetariano, mas fez uma importante crítica ao sistema de produção de alimentos de origem animal, o que acredito ter lhe motivado que ele apóie a causa vegetariana. Eu também acredito que ele apóie. Pessoas famosas levam o estilo de vida vegetariano a um público que talvez nunca tenha se imaginado vivendo sem carne. Eu acho muito positivo essa abrangência que um famoso causa quando se declara vegetariano.

– Qual mensagem você deixaria aos consumidores de carne?
Informem-se mais, pensem mais a respeito de uma dieta sem produtos de origem animal. Não fiquem com aquela velha máxima de “Ah, se eu assistir a um abate eu não como”. Assumam uma postura e não fiquem em cima do muro.

– Você tem um site muito acessado pelos vegetarianos/veganos e afins. Quando surgiu essa idéia de fazer um site para esta parte da população? Você teve apoio ou ajuda de alguém?
A idéia surgiu no início de 2007 e já em abril do mesmo ano o site estava no ar. Eu não estava satisfeito em achar respostas para várias perguntas que eu tinha e não poder passar isso para as outras pessoas. Eu precisava publicar que era possível viver sem comer animais e é isso que faço até hoje. Não tive ajuda financeira mas tive muitos incentivos verbais apoiando a idéia, inclusive de pessoas onívoras. Há indícios de que o vegetarianismo tenha começado muitos antes em nossa história, desde os pensadores gregos, por exemplo. Mas todos os dias alguém descobre que é possível uma vida mais tranquila e sem violência no prato; quero continuar participando destes acontecimentos, publicando informações relevantes.

– Recentemente você fez uma campanha no metrô de São Paulo. Desenvolvendo este trabalho com banners, propagandas e divulgação do movimento vegetariano qual a aceitação do público “carnívoro”? Que tipo de ‘retorno’ você obtém?
Eu fui pessoalmente conferir um pouco das reações das pessoas. Entre coisas que ouvi e que vi pude concluir que a campanha, que durou 15 dias, foi uma das formas mais expressivas de exposição do vegetarianismo já realizadas em nosso país. Tive o prazer de participar desta campanha com minha arte em parceria com a ong paulistana VEDDAS. Aqui no Brasil  não temos muitos recursos para campanhas do tipo, então qualquer apoio do Estado é importantíssimo.

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Diálogos

Do site “vista-se”:

Diálogos I

-Eu te respeito, só não concordo.
-Não concorda com o que?
-Com essa sua mania de defender animais.
-Por quê?
-Porque eu acho que tem coisas mais importantes com que me preocupar.
-É difícil definir qual tipo de respeito é mais importante ou mesmo se outras prioridades da vida podem me impedir de tentar fazer o meu melhor, especialmente em questões de conduta, do dia a dia. Além disso, não são excludentes e respeitar animais é algo bem simples.
-Mas eu não vou gastar nem um tostão pra cuidar de um cachorro. Enquanto crianças passam fome eu quero mais é que os cachorros morram.
-Que bonito da sua parte… E não são só os cachorros, que realmente precisam de algum tempo de dedicação, embora nem se compare com a dedicação necessária a uma criança (fora que você pode adotar uma criança e um cachorro).  E eu só te pedi pra conversar com essa sua conhecida que vende os cachorros, pedindo pra castrar.
-Ela está ganhando o dinheiro dela, ela é pobre.
-E alimentando um problema que reflete nos animais, em protetores como eu e minhas amigas e até em questões de saúde pública. Fora que nem é a única fonte de renda dela.
-Mas eu não vou falar.
-É melhor que o cachorro morra do que tentar impedir que eles continuem nascendo?
-Não vaia adiantar nada.
-E por que ela é pobre ela é desprovida de raciocínio e por isso você nem tenta?
-Não é isso.
-É o que?
-Não vai adiantar, não vou falar.
-Sei… Aliás, quantas crianças você ajudou nesse ano?
-Nenhuma, mas sou uma pessoa honesta, eu trabalho, não roubo nada de ninguém.
-E por acaso eu sou diferente nisso?
-Não.
-De novo, você foge do assunto como se fossem questões incompatíveis. Até porque eu não sei se você notou que quando eu ajudo uma protetora eu ajudo uma pessoa que tem uma série de necessidades também, não só os animais. Algumas bem básicas. E também me preocupo com questões sociais, políticas, ambientais. Aliás, nada te impede – sem gastar nem um tostão a mais – de parar de comer pelo menos carne.
-Faz parte da cadeia alimentar.
-Cadeia alimentar não tem agricultura, pecuária, logística de distribuição. Cadeia alimentar não tem sequer racionalidade e questões culturais de como servir um alimento. Além disso, consumir vegetais é mais eficiente do ponto de vista energético. E eu vivo muito bem sem comer carne, ovo, leite… Cadeia alimentar estranha, essa, que aceita que se saia dela sem problemas.
-Não tem nada demais comer carne.
-Só porque a maioria faz isso?
-É.
-Belo argumento, mas eu queria deixar a discussão menos subjetiva e mais objetiva. Você sabe por que eu faço isso?
-Você tem dó dos bichos.
-Dó, não. Você sabe muito bem que dó é um sentimento próximo demais ao desprezo e não é isso que eu sinto por animais. Eu respeito direitos deles, pela natureza deles. Não pelo uso deles e sequer por questões de proximidade.
-Vou continuar fazendo o que eu quero.
-Eu também faço o que eu quero, mas pelo menos eu sei porque eu faço certas coisas e outras não.
-Você não salva nenhum animal sendo vegetariana, eles continuam morrendo.
-Você não impede ninguém de ser assaltado e nem por isso sai roubando pessoas. Eu não quero fazer parte desse ciclo, eu parei de alimentar esse ciclo. E ainda tento passar a idéia pra frente. Quanto menos gente comer carne, menor a demanda, é lógica comercial pura e simples. Minha responsabilidade é essa, não com o resultado direto.
-Tanto faz.
-Quantos textos meus você leu?
-Nenhum.
-Você sabe que eu escrevo sobre isso, certo?
-Você também não leu nenhum texto meu.
-Você escreve sobre técnicas específicas, de uma profissão específica, numa revista só pra profissionais da área. Eu escrevo sobre questões bem mais abrangentes, dia a dia, vida, hábitos. Você tem condições de entender e colocar em prática o que eu escrevo.
-Tenho mais o que fazer.
-O que você sabe sobre direitos dos animais?
-Nada.
-E como você respeita aquilo que não conhece?
-Eu não te impeço de fazer.
-Acho que você só finge que eu não existo.

por Renata Octaviani Martins
http://www.vegvida.com.br

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Volt – a carta na manga da GM

 

 

 

 

 

 

 

 

A GM trabalha, já há alguns anos, em um sedã médio, tipo Vectra, com linhas bonitas e arrojadas, que será impulsionado por um motor elétrico. E sabe qual a novidade? Ele deve mesmo começar a ser vendido em 2010.

O novo carro, chamado de Volt, é um conceito de propulsão mista. Isto significa que o carro tem um motor elétrico que é o que o faz andar. Esse motor, carregado em uma tomada comum de 110V dá uma autonomia de cerca de 70 quilômetros para o veículo. E quando essa eletricidade acabar? Aí entra o grande trunfo do Volt.

Além do motor elétrico, o carro tem um motor secundário, que pode ser gasolina, álcool ou mesmo biodiesel, dependendo do lugar onde for fabricado. Um pouco antes das baterias acabarem, esse segundo motor entra em funcionamento, não para impulsionar o carro, mas para gerar energia elétrica para a bateria e, assim, manter o carro funcionando.

Com esse conceito, o carro continua a possuir um tanque de combustível que, abastecido, faz o carro ter uma autonomia de cerca de mil quilômetros, gastando o equivalente a 1,6 litros de gasolina para cada 100 quilômetros. Isso graças a esse motorzinho secundário, que não passa de um motor 1.0 de apenas três cilindros e que funciona a uma rotação constante de 1500 rpm, que é a rotação ideal entre consumo e produção de energia.

Quais os problemas para a produção do Volt? Segundo a GM ainda existem alguns detalhes a serem terminados, como a escolha da bateria. A viabilidade técnica do carro já está garantida. Fica agora acertar esses detalhes para torná-lo economicamente viável. Mas ainda segundo a GM, tudo está dentro do prazo para o lançamento em 2010.

Fonte: verdinho básico

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