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Archive for outubro \15\UTC 2009

Tecnologia: Lixo tratado com micro-ondas vira energia

 

Info on-line

SÃO PAULO – Empresa brasileira cria sistema que aproveita o lixo para gerar material alternativo à combustão do carvão.

O método trata resíduos urbanos, hospitalares e industriais para obtenção de energia e combustível por meio da aplicação de micro-ondas, evitando que o material se acumule em aterros.

A Propower Energy, que desenvolve tecnologias associadas à geração de energia elétrica e produção de combustíveis, iniciou o projeto em 2004 em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina.

“O método utiliza as micro-ondas para desidratar e desinfetar os resíduos urbanos”, explica Luciano Prozillo, fundador da Propower. “Ele mata as bactérias e o material passa a ficar em um bom nível de combustível para uma unidade termogeradora. Com o sistema, uma cidade de 100 mil habitantes gera um megawat/hora, uma energia capaz de atender 5 mil residências por hora”, diz.

Como o processo de aproveitamento utiliza somente resíduos orgânicos, é necessário separar o lixo antes de desidratá-lo. Na chamada “Unidade de Tratamento de Resíduos Urbanos”, feita de aço inox, o sistema de processamento começa em uma esteira de triagem, onde são separados os metais e vidros do restante do lixo.

Nessa etapa, os produtos reciclados são retirados e podem ser encaminhados a centros de tratamento. Depois da esteira, todo o material é triturado e levado ao “Reator de Micro-ondas”, onde é aquecido a uma temperatura controlada. “A ação das micro-ondas gera a evaporação da água, que leva embora 20 elementos químicos voláteis”, explica Prozillo.

Essa água retirada é filtrada antes de ser devolvida à natureza ou reaproveitada. Os resíduos, já secos, são transferidos para uma Unidade Termogeradora, que produzirá energia elétrica pela combustão direta do material – para evitar as emissões causadas pela queima, um filtro é instalado na saída.

O balanço energético é positivo, pois o sistema consome internamente 15% do conteúdo energético. Além da transformação em energia, outro processo incluindo é o Craqueamento do plástico, que gera combustível. Apesar de não se tratar de biodiesel, o reaproveitamento de hidrocarbonetos contidos no material original é menos agressivo por não conter enxofre. O índice de conversão vai de 75% a 98%, dependendo do material utilizado.

“O lixo urbano é sempre uma média”, explica Prozillo. “Existem variações regionais, mas o material orgânico e resíduo alimentar são 50%, 60%; outros 20% são materiais recicláveis e o restante são não recicláveis”, diz.

O custo de instalação para uma unidade padrão que atenda 100 mil habitantes gira em torno de 10 a 15 milhões de reais, incluindo o craqueamento do plástico. “Em seis ou sete anos, o equipamento, que dura 20, se paga”, diz Prozillo.

Depois de passar por processos de licitação pública, o sistema deve ser implementado em breve em três cidades paulistas: Tietê, Leme e Araraquara.

 

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Usar a cor certa protege a pele dos raios UV

C onforme a INFO on-line, quem quer se proteger da radiação ultravioleta deve escolher roupas vermelhas e azuis para sair de casa em dias de sol.

Essa é a conclusão dos cientistas da Universidade Técnica da Catalunha, na Espanha, que, após uma série de análises, concluem: nos tecidos, as cores são uma das variáveis mais influentes na proteção contra radiação ultravioleta.

Isso significa que o fator ultravioleta de proteção (UPF) é bastante afetado pela cor na qual uma peça de roupa está tingida. O UPF mede o quão eficiente é um tecido na proteção da pele humana contra os efeitos da radiação solar. Em uma roupa, esse valor depende de diversos fatores: tipo de fibra, características estruturais do tecido, cor e intensidade do tingimento, presença de agentes brilhantes ou agentes que absorvam UV, etc.

Nós percebemos uma cor baseado na absorção de um comprimento de onda específico da luz pelas moléculas na superfície do material. São os comprimentos de onda não absorvidos, e refletidos, que atingem os nossos olhos e são processados pelo cérebro. As cores visíveis estão no espectro entre 400 e 700 nanômetros de comprimento.

A absorção de energia pela roupa, no entanto, vai além e inclui a zona UV. Por esse motivo, a escolha da tintura é uma maneira válida de aumentar a proteção contra a radiação.

Nos resultados, considerando o intervalo de 290 a 400 nm, a maior absorção de UV está na zona dos raios UVB (290−315 nm), para um dos tons da cor azul e vermelho. Já o amarelo apresenta menor absorção de UVB e maior absorção de raios UVA (comprimento de onda maior, perto dos 400 nm).

Como os raios UVB são mais perigosos que os UVA, o fator ultravioleta de proteção da cor amarela é bem menor do que o das cores vermelha e azul. O estudo com as cores primárias levou em conta tecidos de algodão, mais adequados para os meses mais quentes.

Pesquisas desse tipo servem de base para desenvolvimento de produtos mais baratos e menos agressivos, pois utilizam um princípio simples para obter o melhor resultado possível.

Mas é importante deixar claro que o estudo, publicado na Industrial & Engeneering Chemistry Research, não dispensa o uso de filtro solar.

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VEGETARIANO ou VEGANO ?

 

 

R ecebi em meu e-mail esta matéria da Sonia T. Felipe sobre os conceitos vegetariano/vegano e suas implicações éticas. Confiram:

13/10/2009

Ética, dietas e conceitos

Sônia T. Felipe

Vegetusiano, vegetariano ou vegano? Qual a diferença? Se perguntarmos a qualquer pessoa na rua o que lembra a palavra “vegetariano”, a maioria vai responder que essa palavra designa uma pessoa que não come nada de animais. Se perguntarmos o que quer dizer “vegano”, poucas são as pessoas que conhecem o termo. E raras são as que conhecem a distorção deliberada que os “vegetarianos tradicionais” fizeram do conceito por detrás do termo. Ouvimos dos “vegetarianos” que ingerem laticínios, ovos, mel e qualquer derivado de secreções glandulares de fêmeas de outras espécies, que a palavra deriva do latim, vegetus, cujo significado é vigoroso.

Se fosse verdade que a palavra inglesa vegetarian derivasse do latim, conforme querem os “ovo-lacto-api-vegetarianos” conservadores, a palavra não poderia ter sido escrita desse modo, deveria ser: vegetusian. Em português deveria ser, então, vegetusiano. Leite e ovos não dão em árvores, nem são extraídos do solo. São extraídos do corpo de fêmeas de outras espécies.

Se os vegetarianos conservadores de fato estivessem a nomear sua escolha com base no conceito latino, derivado da palavra vegetus, deveriam dizer-se vegetusianos, deixando a palavra vegetariano, que foi sequestrada por eles para designar falsamente sua dieta, repleta de produtos de origem animal. Que pena! Poderíamos agora ter mais transparência ética na designação do tipo de dieta adotada pelos ovo-lacto-api-vegetarianos.

Os que não adotam uma dieta pensando apenas em se tornar vigorosos, e sim em erradicar de seu prato qualquer comida que resulte da exploração de animais, teriam então o termo correto para se autodesignar: vegetarianos, isto é, os que comem exclusivamente alimentos de origem vegetal.

Quando os vegetusianos usam a palavra vegetariano para designar seu “estilo” alimentar, cometem um erro. Fazem passar sua escolha pelo que de fato ela não é. Vegetarianos deveriam ser somente os que se alimentam exclusivamente de produtos de origem vegetal. Vegetusianos deveriam ser aqueles que adotam uma dieta com o intuito de se tornarem fortes, vigorosos. Para os vegetusianos a questão do sofrimento e morte dos animais é menos relevante. A maioria deles até topa participar de debates em defesa dos animais, mas seu propósito é divulgar o vegetusianismo, ainda que usando a palavra vegetarianismo. Isso confunde as pessoas.

O fundador da primeira sociedade britânica vegana, Donald Watson, denunciou em 1944 o engodo dos vegetarianos que passavam ao público a ideia de que a palavra vegetarian derivaria do latim vegetus. Segundo Watson, os “vegetarianos” assim procedem porque não conseguem explicar para as pessoas o uso do termo vegetariano para designar sua dieta, quando ela contém ovo, leite, mel e derivados destes.

Para não ter de explicar que eram vegetarianos só numa parte do conteúdo de seu prato, os conservadores inventaram essa história de que o termo vegetariano deriva do latim vegetus.  Cometem um erro grosseiro, pois basta olhar o termovegetus para ver que dali não dá para derivar vegetariano e sim vegetusiano. Uma acrobacia tem de ser feita com as letras, para escrever vegetariano como se derivasse de vegetus. Essa acrobacia devemos aos conservadores ovo-lacto-api-vegetusianos.

Uma lástima. Por sorte, após anos de insatisfação por ter de explicar para as pessoas que era vegetariano estrito, autêntico, que só comia coisas do reino vegetal, que não ingeria laticínios, nem ovos, nem mel, Donald Watson, juntamente com Elsie Shrigley e outros cinco vegetarianos estritos, fundaram a primeira sociedade vegana na Inglaterra [cf. Joanne Stepaniak, The Vegan Sourcebook]. Desde então temos esses dois termos, vegetariano e vegano, para distinguir quem come coisas de origem animal e quem não as come.

Para além da alimentação, veganos têm uma díaita, do grego, “modo de vida”, que escolhe a abstenção de todo e qualquer produto de origem animal, não apenas na hora de comer, mas também na hora da higiene pessoal, da limpeza da casa, dos acessórios de moda, dos cosméticos, dos medicamentos. Obviamente, viver um projeto de vida vegana em meio à ditadura da propriedade, exploração e extermínio de animais não é algo que possa ser concretizado de forma pura. Por isso, para ser vegano é preciso, além da honestidade com o uso do termo quando explica a outras pessoas o que a distingue das demais em seu modo de vida, muita determinação e lucidez, para desfazer, uma a uma, as pregas, dobras, rugas e os vincos da moralidade tradicional traiçoeira, ardilosa, que nos enredou nessa forma de vida que representa puro tormento para os animais.

Veganos são vegetarianos no sentido autêntico do termo. “Vegetarianos tradicionais” são vegetusianos. Sua preocupação não é com o sofrimento e morte dos animais, é apenas com seu próprio vigor. E aí, mais uma vez, erram. Ingerir laticínios é a fonte da maior parte das doenças degenerativas e crônicas do nosso tempo. Seria bom antenar-se para o sentido original do termo vegetus, que tanto dizem seguir: buscar o vigor. Ingerindo laticínios não estão apenas a torturar fêmeas bovinas, estão a produzir em seus organismos muitos males. [cf. Frank A. Oski, Don’t Drink Your Milk!; Neal Barnard, Breaking the Food Seduction; e Foods That Fight Pain; John A. McDougall, Digestive Tune-up; Caldwell B. Esselstyn, Prevent and Reverse Heart Disease; Jane A. Plant, The No-Dairy Breast Cancer Prevention Program; T. Colin Campbell e Thomas M. Campbel II, The China Study; Keith Woodford, Devil in The Milk; Robert Cohen,Milk–the Deadly Poison]. A única saída para a saúde e vigor, sem violência contra fêmeas de outras espécies, é a díaita vegana. Abandonem a inocência, vegetusianos!

Fonte: Anda – http://www.anda.jor.br/?p=25016

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VEGETARIANISMO: PORQUE EU DEVO ENGOLIR ESSA?

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“A produção e o comércio de carne são inesgotáveis fontes de grosseria e brutalidade. A comparação dos horríveis espetáculos, sons e odores de um matadouro com a beleza e o perfume de uma horta ou pomar não deixa dúvidas quanto a isso. Todos animais que consumimos (bois, frangos, porcos) são tão sensíveis à dor e passíveis de sofrimento quanto nós ou quanto nossos animais de estimação. No entanto, na indústria do matadouro, são criados em privação de liberdade e mortos de forma cruel.”

O trecho acima faz parte do texto “Vegetarianismo: por que eu devo engolir essa?” de Rafael Bán Jacobsen, vegetariano ativista, fundador e atual coordenador da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) em Porto Alegre. Sugiro a leitura do texto que, entre outras informações, fala sobre o enorme impacto que a criação de animais de abate traz ao meio ambiente.

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DIDÁTICO: HUMANOS SÃO ENJAULADOS NO ZOOLÓGICO DE SALVADOR

 

Quem foi visitar o zoológico de Salvador neste Dia das Crianças teve uma surpresa: Em uma das jaulas havia uma espécie animal diferente.

A intenção não era só a de causar surpresa, mas conscientizar  crianças e adultos sobre o aprisionamento de animais. “O que queremos é mostrar para as pessoas que o zoologico não deveria ser apenas um local de diversão, de entretenimento, mas um espaço de reabilitação e preservação dos animais”, disse o presidente do Instituto Abolicionista Animal, Heron Gordilho, que junto com universitários de diversas áreas do conhecimento, realizou a ação de conscientização para o Dia das Crianças.

Fonte: vista-se

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AGE OF STUPID

Age of Stupid,  documentário de Franny Armstrong, no Brasil trazido como A Era da Estupidez se passa em 2055 quando o mundo já está se totalmente destruído pelas consequências naturais do aquecimento global. Um “sobrevivente” interpretado por Pete Postlethwaite é um arquivologista e tem em suas mãos vídeos reais da história. Ele não entende por que a raça humana não fez nada contra sua extinção enquanto havia tempo.

A forma de abordar e conduzir o filme é através de um personagem fictício e com cenário construído baseado em dados científicos. Mas todo o conteúdo que mostra a estupidez dos homens vem de imagens de telejornais ou da vida gravada de pessoas de vários lugares do mundo nos dias de hoje.

São histórias de pessoas reais que fazem com que o telespectador se sinta parte do filme, ou melhor, do planeta mostrado no documentário.O mix de depoimentos atuais, cenas da vida de pessoas, cenas de recentes tragédias naturais e animações que acabam resumindo atitudes da humanidade faz com que o filme não seja cansativo e consiga prender a atenção do público.

Longe de ser um filme de sermão, de receitas de “faça isto ou aquilo”, The Age of Supid choca e toca quem o assiste pois ele faz você se sentir mais um personagem. Vale a pena ver! Dá uma olhada no trailer e no vídeo que fizeram sobre a estreia mundial.

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RAISE YOUR VOICE

 

Raise your Voice – Change Climate Change. Ou, em português, Fale mais alto – Mude a Mudança Climática. Esta campanha da rede de televisão norteamericana CNN e do YouTube encoraja o internauta aprotestar contra a mudança climática postando um vídeo para ser apresentando aos líderes governamentais no encontro internacional COP15, em dezembro. É tipo, GRITA PRO MUNDO OUVIR!

A melhor criação será apresentada durante o debate da COP15 CNN/YouTube no dia 15 de dezembro e os dois vencedores estarão lá, comviagem paga e direito a um acompanhante.

Veja abaixo o vídeo da campanha e um depoimento do Prêmio Nobel da Paz (1984) Desmond Tutu.

Participe!

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