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Archive for setembro \29\UTC 2009

XIXI NO BANHO – ATITUDE PELO PLANETA ?

 

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Quem já não viu um comercial onde a S.O.S Mata Atrântica propõe o xixi no banho como ato ambientalista?

Na Veja:

Que economia de água um xixi no banho pode gerar?
Cada descarga na privada consome de 12 a 20 litros de água. Se uma pessoa fizer xixi no banho uma vez por dia, vai gerar, ao longo de um ano, uma economia superior a 4.300 litros. Agora, imagina isso multiplicado por muitos, em todo o país. É preciso lembrar que a descarga é um dos maiores vilões do aquecimento global. O banheiro como um todo, aliás [calcula-se que 80% da água que um morador do Sudeste consome num dia escoe pelo ralo do banheiro]. É por isso que dizemos para as pessoas lavarem roupa íntima ou salada no chuveiro. É uma forma de fazer aquela água render mais.

Que outras atitudes as pessoas podem tomar a favor do ambiente?
A questão mais importante agora é o consumo. Já consumimos uma vez e meia o planeta. E quando falo em consumo não me refiro apenas às compras no supermercado: falo de água, de luz, de combustível e de coleta seletiva (talvez a mais séria das coisas). Quanto mais você consome sem consciência os recursos naturais, maior é o seu rastro ambiental, pior é o prejuízo que você gera para o planeta.

Você faz xixi no banho?
E quem não faz? Na enquete que estamos promovendo no site Xixi no Banho, 75% das pessoas (56.438 votos) já assumiram fazer. Mas achamos que o número é maior. Ainda tem gente se escondendo. Fazer xixi no banho não é uma novidade. A proposta é brincalhona, o xixi no banho é algo simbólico, para falar de algo maior.

 

A campanha da SOS Mata Atlântica  

"O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas", afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.

         Segundo Malu, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. "Essa reação inicial das pessoas, ‘mas isso não é nojento?’, está sendo muito bacana", diz.   Já o lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como "garoto-propaganda" um sapo. "Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre", diz Malu.
           Malu afirma também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. "A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco."

           * Veja mais:

  • no site da campanha www.xixinobanho.org.br   – onde podem ser encontrados vários dados sobre o  desperdício de água;
  • no link do G1 – as questões de saúde pública, onde há um especialista comentando sobre os riscos de se urinar no banho.

 

Fonte: G1

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Sobre a Ética Animal

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Charles de Freitas Lima (ex-monge da ISKCON, professor de Educação Física e pós-graduado em Psicomotricidade), sobre ética animal. Confiram: 

 

Reflita: quando você ingere produtos de origem animal, usa vestimentas ou objetos que contenham couro animal, usa produtos testados em animais, tu tens consciência de que efeitos sua escolha tem sobre a vida dos animais? Refiro-me aos direitos deles. Direitos à liberdade. Por que aceitar facilmente certos costumes antiéticos sem questioná-los? Por que comer carne de frango, vaca ou porco enquanto inúmeras pessoas cuidam de gatos, cachorros e pássaros como animais domésticos? Se todos os animais sofrem, por que tanta indiferença? E não é só a questão do sofrimento que importa, porque mesmo que eles supostamente não sofressem, ainda assim os mesmos não nos pertencem. Para complementar o que estou dizendo, vou citar uma afirmação de Alice Walker, citada na frase do mês da Revista dos Vegetarianos (edição 9):

 

"Os animais do mundo existem para seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, do mesmo modo que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens."

(CLIVATI, 2007, p. 66).

 

Mediante tal raciocínio, por que não deveríamos substituir a alimentação de origem animal pela alimentação vegana, substituir as vestimentas e os objetos de couro animal por de couro vegetal, substituir os produtos testados em animais por produtos que passaram por testes substitutivos? O materialismo nos impõe um aglomerado de costumes antiéticos e várias pessoas os aceitam de uma maneira tão passiva. Os animais que uma pessoa supostamente civilizada não se atreveria a comer aqui no Brasil, como, por exemplo: cães e gatos, servem, quando mortos, para encher a pança de muitos chineses. Entretanto, os restos cadavéricos de vacas e bois, levando em consideração o mesmo raciocínio, servem também, quando mortos, para encher a barriga de muitos brasileiros. Será que isso é correto, já que qualquer animal é suscetível à dor e a outras sensibilidades intoleráveis? Assim como muitos indianos não concordam como vários brasileiros tratam as vacas e os bois, da mesma maneira, muitos brasileiros não concordam como vários chineses tratam os cães e os gatos. E quem tem a razão nisso tudo? Somente aqueles que tratam com “equanimidade” os animais humanos e os animais não-humanos. Será que pensar nessa questão é tão incômodo para não nos importarmos com isso e deixarmos esta reflexão pra lá? Ou não seria melhor deixarmos pra lá o comodismo de não refletir com agudeza crítica sobre esta questão?

Reconhecer os direitos humanos sem reconhecer os direitos animais é um condicionamento cristalizado pelos costumes antiéticos que a sociedade moderna nos impõe goela abaixo. É importante vivermos sem fraudes alimentícias, sem embustes de costumes ultrapassados e sem corrupção de testes laboratoriais. A equanimidade é uma qualidade nobre por excelência!

Bibliografia: CLIVATI, M. Frase do mês. Revista dos Vegetarianos. São Paulo, edição 9, p. 66, Editora Europa, 2007.

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EM TEMPO DE CHUVAS E ALAGAMENTOS…

 

O  que aconteceria com o mundo se o nível do mar elevasse alguns metros?

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Essa é a idéia por trás do site Flood Maps, que usa o mapa do Google Maps para simular o aumento do nível do mar.
Você pode através das opções, visualizar as áreas alagadas se o nível do mar elevasse até 14 metros

*Fonte: Rodrigo Barba

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Divulgação de Idéias – Luminárias feitas de cabides

luminaria      Muito legal a idéia ao lado. O mais impressionante desta luminária são os materiais e o efeito incrível do resultado final. A fantástica chandelier Hangelier 2.1 é feita com 31 cabides para roupas, e como suporte usa, ao que parece, um aro de bicicleta, o resto é puro lacre de plástico.

luminária 2    Aqui, mais luminárias.  A partir dessas idéias do ecoblogs, podemos pensar em vários outros modelos. A palavra de ordem é RECICLAGEM… e muuuuuita criatividade!!!

* Modelos criados pelo estúdio Organelle Design

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Kid Abelha

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O que fazer com o lixo doméstico ?

     
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              O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

             Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

            Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

             A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

 
Tempo de decomposição dos resíduos:

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 Coleta Seletiva

Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:

DESTINO
PAPEL
PLÁSTICO
VIDROS
METAIS
COLETA SELETIVA
papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livros sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira) garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira) latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres
LIXO COMUM
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas plásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos) espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores clipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos

*Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

** locais que recebem lixo reciclável em algumas capitais brasileiras

Consumo Consciente

Algumas atitudes simples podem fazer a diferença no volume de lixo produzido. Além de preservar o ambiente, mudar certos padrões de consumo também traz benefícios para o seu bolso.

Eletrodomésticos e eletrônicos

Ao substituir computadores, eletrodomésticos e celulares, lembre-se que conhecidos, instituições de ensino, ONGs e bazares beneficentes podem se beneficiar desse material.

Saiba para onde enviar PCs e celulares antigos

Lixo orgânico

Se você tem plantas em casa, transforme o lixo orgânico em adubo. Acomode o resto de comida em um recipiente, revolva e umedeça o material e adicione serragem ou folhas secas. O adubo é obtido após dois ou três meses. Se houver cheiro desagradável por causa da decomposição, jogue cal, que corrige o processo de acidificação. Caso você more em apartamento e por isso não tenha espaço para colocar o recipiente, reúna-se com seus vizinhos e monte, com eles, uma composteira na parte externa do prédio.

Papel

Prefira usar papel reciclado. Cada brasileiro gasta, em média, duas árvores com o papel que utiliza anualmente. Se esse papel fosse reutilizado ou enviado para reciclagem, a cada ano, uma árvore e meia seria poupada. Também seriam economizados 2.000 litros de água e 120 litros de petróleo. Caso 10 milhões de brasileiros fizessem o mesmo, 15 milhões de árvores seriam poupadas, além de uma quantidade de água suficiente para abastecer uma cidade com 200 mil habitantes e 1,2 bilhão de litros de petróleo.

Tinta para impressão

Cada cartucho de tinta requer o uso de cinco litros de petróleo em sua fabricação e demora cerca de 50 anos para se degradar na natureza. Por isso, vale a pena usar cartuchos reciclados.

Embalagens

Ao comprar produtos não-perecíveis, dê preferência às embalagens maiores ou a granel, assim como às linhas que contam com refil. E lembre-se que sempre é possível fazer novo uso de embalagens PET e frascos de vidro, antes de descartá-los.

No futuro, os chamados bioplásticos – plásticos obtidos a partir da cana-de-açúcar e de outras substâncias de origem vegetal – deverão substituir as embalagens existentes. Eles possuem a vantagem de ser provenientes de fontes renováveis. Enquanto isso não ocorre, trocar os sacos de plástico pelos de papel é uma opção.

Desodorante pessoal e de ambiente

O mercado ainda fabrica alguns desodorantes em aerossol que emitem clorofluorcarbono – CFC – um gás que destrói a camada de ozônio (responsável pela filtragem de raios solares nocivos à saúde, como o ultravioleta). Portanto, repare se o rótulo contém a frase “sem CFC”.

Detergente

Utilize sempre produtos de limpeza biodegradáveis, ou seja, que podem ser destruídos pelos microorganismos existentes na água. Ao adquirir produtos químicos, verifique se a embalagem é reciclável e se o rótulo possui informações sobre a composição química e o fabricante. Evite produtos com cloro, formaldeído e solventes derivados de petróleo (tricloroetileno, metileno, benzeno, nitro-benzeno etc), que podem poluir o solo, o ar e a água.

Grande parte dos detergentes disponíveis no mercado também possui fosfatos em sua formulação, substâncias que, ao atingir rios e lagos, levam ao crescimento exagerado de algas que consomem o oxigênio da água. Aos poucos, os fosfatos vêm sendo substituídos por carbonato e silicato de sódio, menos nocivos ao ambiente.

Uma alternativa ecológica ao detergente é usar o sabão em pedra dissolvido previamente em água quente. O produto é atóxico, fabricado a partir de matérias-primas renováveis (óleos e gorduras) e biodegradável.

Água sanitária

A água sanitária é composta de cloro, substância que ameaça animais e microorganismos presentes no solo e nos rios, onde é despejada. Procure trocar o produto pelo vinagre (que ajuda a desengordurar) e bicarbonato de sódio. Se o objetivo for branquear suas roupas, deixe-as ensaboadas com sabão de coco no sol, ou coloque-as de molho na água com meio copo de bórax (substância atóxica encontrada em farmácias).

Sabão em pó

Quanto maior o efeito branqueador do sabão em pó, maior o dano à natureza. Também possui fósforo em sua composição, para neutralizar o cálcio e o magnésio e melhorar a sua eficiência. Prefira o sabão em pó de coco, ou as marcas que não contêm fosfatos.

Desinfetante

A maioria dos desinfetantes tem efeito tóxico para o meio ambiente. Você pode fazer um produto natural para limpar seu banheiro.

 

 

 

Consultoria: UOL/Nélio Bizzo, mestre em biologia e doutor em educação, professor da Faculdade de Educação da USP, Pesquisador do CNPq e autor de livros e artigos científicos

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Trabalho valorizado (finalmente)…

  

 

Reportagem Zero Hora_72 (1)

    Quando eu estava na chefia do Laboratório de Imagens, surgiu a oportunidade de iniciarmos aqui (RS) um ótimo trabalho em identificação facial/retrato falado a partir de um banco de imagens nacional. O trabalho era imenso, teríamos que montar um banco de dados regional e adquirir toda tecnologia compatível, além do treinamento de pessoal.

   Iniciamos, entusiasmados, o trabalho em 2008. O rapaz que aparece na foto ao lado chama-se Ário, um excelente funcionário que desde o início dedicou-se de corpo e alma ao novo trabalho.

   Mas,  por motivos que desconheço, em 2008 as solicitações para o uso da nova tecnologia, os cursos específicos para aperfeiçoamento de pessoal e a divulgação do trabalho não receberam prioridade no Departamento.  Assim,  o projeto arrastou-se.

   Finalmente, mais de ano após o início do projeto, para o alívio e benefício dos cidadãos que pagam nosso salário, o Departamento começa a dar a importância e o reconhecimento que o trabalho merece. Reproduzo, ao lado e abaixo, os titubeantes primeiros passos deste projeto (ufa!).  Antes tarde do que nunca, não é?

 

 

 

 

 

 
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